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Conteúdos

https://youtu.be/lhJ5lV7v3J4

Helena Vieira é pesquisadora, transfeminista e escritora. Foi colunista da Revista Fórum e contribuiu com diversos meios dê comunicação como o Huffpost Brasil, Revista Galileu ( matéria de capa sobre transexualidade), Cadernos Globo ( Corpo: Artigo Indefinido), Revista Cult e Blog Agora É que São Elas da Folha de São Paulo. Foi consultora na novela a Força do Querer. Recentemente, foi co-autora dos livros ” História do Movimento LGBT ” organizado por Renan Quinalha e James Green, ” Explosão Feminista” organizado por Heloísa Buarque de Holanda, ” Tem Saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil”, organizado por Rosana Pinheiro Machado e ” Ninguém Solta a Mão de Ninguém: Um manifesto de resistência”, da editora Clarabóia. Dramaturga, fez parte do projeto premiado pela Focus Foundation na categoria Artes Cenicas” Brazil Diversity”, em Londres, com a peça ” Ofélia, the fat transexual”. Desenvolveu junto ao Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes, pesquisa dramatúrgica entitulada ” Onde estavam as travestis durante a Ditadura?

Link para o Canal do YouTube “Pausa para o fim do mundo”.

Nesta entrevista, conversamos sobre a importância de uma reconstrução crítica da história das ideias produzidas pela humanidade desde a Antiguidade, com o objetivo de revisitar alguns temas relacionados à criação de pensamento filosófico a partir de África e dos saberes afro-diaspóricos. Falamos também sobre como a reconstrução da história antiga afeta o pensamento contemporâneo. Abordamos, ainda, os avanços proporcionados com o advento da Lei 10.639/03, o que mudou de lá pra cá, e o que se pode ainda avançar no sentido de aumentar o alcance do ensino de cultura, história e pensamento de matriz africana. Por fim, Bas´Ilelle Malomalo falou um pouco sobre as relações entre filosofia e religião de um modo inovador e bastante original.

Bas´Ilele Malomalo é Doutor em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquista/UNESP (2010), é docente de graduação nos cursos das Relações Internacionais, Ciências sociais e Mestrado Interdisciplinar em Humanidades (MIH) do Instituto de Humanidades e Letras (IHL) da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), coordenador do Grupo de Pesquisa África-Brasil: Produção de conhecimentos, sociedade civil, desenvolvimento e cidadania global, pesquisador associado do Centro dos Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra (CLADIN-UNESP); da Rede para o Constitucionalismo Democrático Latino-Americano e expert da plataforma Harmony with Nature/ONU. Tem experiência na área de Ciências sociais, Historia da África e do Negro no Brasil, atuando principalmente nos temas seguintes: sociologia africana, estudos das relações raciais, multiculturalismo, migrações, cooperação internacional, desenvolvimento sustentável, direitos da natureza, segurança alimentar e nutricional. É atualmente estagiário de pós-doutorado no Instituto da Biociência/Departamento de Educação/UNESP-Botucatu e pesquisador do Centro de Ciência e Tecnologia para Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (INTERSSAN-Unesp).

Maria Bárbara Thame Guimarães é a arquiteta urbanista – UFMT (2018), pesquisadora bolsista no mestrado profissional em preservação do patrimônio cultural – Centro Lucio Costa – IPHAN (2018-2020). Desenvolve pesquisas nas áreas de patrimônio arquitetônico, patrimônio moderno, centros históricos e normatização. Co-autora do Atlas Cuiabano, projeto independente de difusão do patrimônio cultural de Mato Grosso, em parceria com a arquiteta urbanista Ana Frigeri. O projeto tem por objetivo provocar reflexões sobre os usos do patrimônio e da cidade. Instagram: @atlascuiabano E-mail: atlascuiabano@gmail.com

Alguns links:

http://acervodigital.iphan.gov.br/

http://portal.iphan.gov.br/publicacoes

http://www.cnfcp.gov.br/

http://www.ipatrimonio.org/

https://guiadobem.org/

Jean Nogueira Ribeiro nasceu no sargaço da Praia de Iracema em Fortaleza onde sua mãe ai de Trem Sonho Azul parir por conta da ajuda de suas irmãs e mãe para o resguardo e logo que a cria abria os olhos voltava para Juazeiro. Por isso que metade dos filhos de Manoel Alves Ribeiro e Francisca Nogueira Ribeiro nasceram na capital.

Jean Nogueira sempre viveu em Juazeiro e aqui edificou seus sonhos e agruras. Formado em letras pela Universidade Regional do Cariri – Urca – Pós graduado em Artes e Língua portuguesa é mestrando em Ciências da Educação pela Universidade Unigrendal. Iniciou sua vida artística no teatro no Colégio Salesiano, em seguida foi para o Grupo voz da Terra e Anta até fundar a Companhia de Teatro livre Mente que há mais de trinta anos desenvolve um trabalho de desenvolvimento artístico e formação de plateia para o Teatro do Cariri com reconhecimento nacional com os Prêmios encenaBrasil e Miryan Muniz por duas vezes, pelo Ministério da Cultura do Brasil, sendo também premiado pelo Secretaria de Cultura do Estado e em 2016 recebeu o prêmio de artista do ano pelo Sated-ce – Sindicato dos Artistas e Tec. em Espetáculos de Diversão do Estado do Ceara – Fortaleza e a Comenda Padre Cicero outorgado pela magnânima Câmara Municipal de Juazeiro. Tem também, participação em cinema e televisão e em festivais culturais sempre evidenciando o nome de Juazeiro do Norte. Professor com mais de três décadas de atuação trabalhou na Rede Particular de Ensino da Região e no Serviço Público, foi Secretário de Ação Social, coordenador da Educação Infantil e co-fundador dos projetos Admirável Trupe e Meninos do horto, ambos ganhadores do prêmio Brasil Criança Cidadã do Governo Federal. Como Paisagista tem curso de formação em São Paulo e no Exterior e projetos importantes como a Praça do Mateu, fonte luminosa da Praça padre Cicero e recuperação e criação do Teatro Marquise Branca entre outros. Jean Nogueira é um apaixonado por Juazeiro e esse Título de cidadão corrobora para aumentar seu entusiasmos e certamente fará valer cada vez mais seu amor e empenho pelo desenvolvimento de nossa cidade.

A Lei 10.639/03 constitui um marco importante no ensino e difusão do pensamento de matriz africana e indígena em nosso país. Embora ainda não sejam suficientes os estudos nesse campo de pesquisa, nomes como o de Valter Duarte Odará são uma referência para aquelxs que buscam se aprofundar em temas filosóficos de uma perspectiva africana. Nesta entrevista, Valter nos conta sobre seu livro a respeito do estoicismo antigo, apresentando a tese de sua origem afro-diaspórica, bem como seu estudo sobre o Kemet (denominação do que teria sido o Egito Antigo), onde viveu o filósofo Ptah-Hotep, entre outros. De um ponto de vista contemporâneo, é relevante salientar a importância da obra erudita de Cheikh Anta Diop, que oferece elementos para combater um racismo epistêmico que se formula desde a disputa pela origem do conhecimento filosófico, estendendo seus efeitos até a contemporaneidade.

Valter Duarte é escritor, filósofo e pesquisador, graduado em filosofia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), mestre em filosofia pela Universidade Federal de Sergipe e Doutorando em filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Tem como foco de interesse geral a Filosofia Antiga, tomando como temas centrais Ética, Epistemologia, Teoria do Conhecimento, Retórica, Lógica, Teoria da Linguagem, Semiótica, e História da Filosofia. Sua atual pesquisa tem como foco a filosofia kemética, a partir do filósofo e Vizir Ptah-Hotep. É coordenador do grupo de pesquisas em filosofia africana Geru Maa.

Link para os textos do autor.

Link para o canal no YouTube.

Nesta entrevista, debatemos sobre o ceticismo e suas várias vertentes filosóficas, desde a Antiguidade até a contemporaneidade, especialmente aquela desenvolvida pelo filósofo brasileiro Oswaldo Porchat. Também conversamos sobre a filosofia analítica de origem anglo-saxã, sua história e sua recepção no Brasil. Por fim, abordamos a condição atual de isolamento social e as novas tecnologias digitais. Entre os muitos trabalhos publicados pelo entrevistado, destacam-se: “O Neopirronismo de Oswaldo Porchat: Interpretações e Debate” (2015), e a tradução da obra de Strawson “Indivíduos. Um Ensaio de Metafísica Descritiva” (2019).

Plínio Junqueira Smith possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1986), doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1991), pós-doutorado na Universidade de Oxford (1997) Livre-Docente em Teoria do Conhecimento pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) (2013) e outro pós-doutorado na Universidade da Califórnia, Berkeley (2015-2016). Foi professor adjunto na Universidade Federal do Paraná (UFPR) (1991-2001) e professor titular e coordenador do Programa de Pós-gradução na Universidade São Judas Tadeu (USJT) (2001-2009). Atualmente é professor associado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), bolsista do CNPq, nível 1D, com o projeto “Neopirronismo: o princípio de oposição e os modos de Agripa”. Foi coordenador de Projeto Temático da FAPESP (2005-2009) e de Projeto Chamada Universal CNPq (2013-2016). É o editor-responsável da revista Sképsis. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia Moderna e Epistemologia, atuando principalmente nos seguintes temas: ceticismo, epistemologia analítica e filosofia da mente.

Há muita produção artística popular por todo canto, mas há também uma dificuldade em fazer com que a produção local ganhe espaço e possa ter uma maior visibilidade. Com vistas a superar essa dificuldade, o artista Alexandre Lucas desenvolve – entre outros projetos – a “comunidade do gesso”. O objetivo é criar laços e fazer pontes para que a produção local crie maiores relações com produções de outras regiões e possa se comunicar com a sociedade.

Alexandre Lucas é Pedagogo, artista-educador, peformer, poeta, colunista do Portal Vermelho, integrante da Comissão Cearense Cultura Viva, presidente do Conselho Municipal de Politicas Culturais do Crato e integrante do Coletivo Camaradas.

Nesta entrevista, conversamos sobre a importância do conhecimento científico, contra o que André Leclerc denomina como “irresponsabilidade epistêmica”, que se associam sobretudo a certos setores de igrejas fundamentalistas em nosso país. Também conversamos sobre “fake news” e sobre a disseminação do ódio, numa perspectiva das ciências cognitivas e da filosofia da mente. Por fim, abordamos as relações entre “filosofia continental” e “filosofia analítica”, e os efeitos dessa distinção sobre a produção filosófica brasileira. André Leclerc tem três eixos de preocupação filosófica principais: filosofia da mente, da linguagem e da ação. Também é um dos grandes difusores do estilo analítico, de origem anglo-saxã, no Brasil.

André Leclerc concluiu o doutorado em filosofia na Université du Québec em 1990. Atualmente é professor titular da universidade de Brasília. Publicou 33 artigos em periódicos especializados e 16 trabalhos em anais de eventos, 23 capítulos de livros e tem 6 livros organizados e mais dois livros autorais. É responsável por 55 itens de produção técnica. Participou de 96 eventos no brasil. Orientou 32 dissertações de mestrado, 6 teses de doutorado, alem de ter orientado 11 trabalhos de iniciação cientifica e 23 trabalhos de conclusão de curso na área de filosofia. Recebeu 2 prêmios e/ou homenagens. Entre 1999 e 2019 coordenou 9 projetos de pesquisa. atua na área de filosofia, com ênfase em filosofias da linguagem, da mente e da ação. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 30 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Em seu currículo lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção cientifica, tecnológica e artistico-cultural são: filosofia da mente, filosofia analítica, filosofia da linguagem, conteúdo mental, epistemologia, externismo, contextualismo, intencionalidade, anti-individualismo, semântica e naturalismo biológico. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica (2012-2014), e tesoureiro da Associação Latino-americana de Filosofia Analítica (2012-2014).

Conversamos inicialmente sobre a ancestralidade africana como matriz cultural dos brasileiros, e os problemas advindos da ausência de uma reflexão sobre o pensamento e a filosofia de África. Também abordamos o fato de o Brasil ter uma grande resistência em se reconhecer como pertencendo à América Latina, negando seus traços comuns a outras nações latino-americanas. Tal se mostra também nas pesquisas em filosofia quanto à abordagem de autore(a)s latino-americano(a)s. A despeito disso, houve um grande avanço e um aumento do interesse na pesquisa dessas duas matrizes filosóficas (africana e latino-americana) nas últimas décadas, resultado em grande medida da Lei 10.639/03. Eduardo Oliveira também explicou sua compreensão acerca da divindade Exu, e como o seu conhecimento pode auxiliar a um melhor entendimento da filosofia, seja ela africana, latino-americana ou mesmo europeia.

Eduardo David Oliveira possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1997), especialista em Culturas Africanas e relações inter-étnicas da educação brasileira pela Unibem (1998), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná (2001) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Ceará (2005). , atuando principalmente nos seguintes temas:ética, filosofia latino-americana, filosofia contemporânea, antropologia social, educação e movimentos sociais populares, cosmovisão africana, filosofia afrodescendente, estudos afro-brasileiros, história e cultura africana e afro-brasileira, literatura africana e ancestralidade, desenvolvendo ainda assessoria junto aos movimentos sociais populares, na área de negritude, educação popular e economia solidária. Suas principais publicações são: Cosmovisão Africana no Brasil: elementos para uma filosofia afrodescendente (2003); Ética e Movimentos Sociais Populares: práxis, subjetividade e libertação (2006); Filosofia da Ancestralidade: corpo e mito na filosofia da educação brasileira (2007) ; Ancestralidade na Encruzilhada (2007), publicadas pela Gráfica e Editora Popular de Curitiba, e XIRÊ: a oferenda líric: um livro de mito-poema (2016) pela Editora Oguns Toques Negros. É pesquisador do Grupo de Pesquisa RedPect-UFBA. Líder do Grupo de Pesquisa Rede Africanidades e do Grupo Griô: Cultura Popular e Diáspora Africana. Sócio-fundador do IPAD-Insituto de pesquisa da afrodescendência e sócio-fundador do IFIL – Insituto de Filosofia da Libertação e atualmente coordenador da Linha de Pesquisa Conhecimento e Cultura do Doutorado Multi-institucional, Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento.

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