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Conteúdos

Um dos pensadores mais influentes da contemporaneidade, Michel Foucault contina a atrair muitos pesquisadores em torno de sua vasta obra. Nesta conversa, discutimos algumas apropriações dos conceitos foucaultianos feitas, por exemplo, por Giorgio Agamben e Achille Mbembe, buscando refletir sobre as consequências dos fatos recentes envolvendo a pandemia e a situação de países pós-coloniais, como é o caso do Brasil. Falamos, ainda, sobre os conceitos de biopolítica, tanatopolítica e necropolítica. Por fim, também abordamos as possíveis apropriações das redes sociais de um modo propositivo.

Thiago Fortes Ribas possui graduação em Educação Física pela Universidade Positivo (2005), graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2008), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2011) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2016). Foi professor substituto da Universidade Federal do Paraná de agosto de 2011 a julho de 2013 e professor do departamento de direito da Universidade Positivo de março de 2015 a dezembro de 2016. Desde agosto de 2018, trabalha como professor adjunto da faculdade de educação na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publicou os livros “Foucault: verdade e loucura no nascimento da arqueologia” (editora da UFPR, 2014) e “Foucault: saber, verdade e política” (Intermeios, 2017). Realizou estágio de doutorado na Universidade Paris Est-Créteil sob a supervisão do Professor Doutor Frédéric Gros.

Link para o canal “Foucault e os modos de vida outros”


Nesta conversa, a entrevistada falou inicialmente sobre os desafios que a produção filosófica nacional deve enfrentar para que se consolide como um campo de pesquisas. Em seguida, abordou os avanços representados pelas políticas de cotas em nosso país, e também de certos retrocessos políticos que sofremos com a guinada conservadora vivida nos últimos anos. Por fim, falou da relação da filosofia com problemas imediatos concretos, tais como sobretudo a atual situação de pandemia e o que certos autores têm dito a respeito disso, como aqueles que circularam na coletânea “Sopa de Wuhan”, alguns deles defendendo posições bastante criticáveis como Giorgio Agamben.

Yara Frateschi é Professora Livre Docente de Ética e Filosofia Política na Universidade Estadual de Campinas desde 2004. Possui Graduação (1997), Mestrado (1999), Doutorado (2003) e Pós-Doutorado (2004) em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente em temas vinculados à relação entre Ética e Política, Filosofia Politica e Teoria Crítica.


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O que o(a)s filósof(a)s têm a aprender com a pandemia? Entrevista com Yara Frateschi. Nesta conversa, a entrevistada falou inicialmente sobre os desafios que a produção filosófica nacional deve enfrentar para que se consolide como um campo de pesquisas. Em seguida, abordou os avanços representados pelas políticas de cotas em nosso país, e também de certos retrocessos políticos que sofremos com a guinada conservadora vivida nos últimos anos. Por fim, falou da relação da filosofia com problemas imediatos concretos, tais como sobretudo a atual situação de pandemia e o que certos autores têm dito a respeito disso, como aqueles que circularam na coletânea "Sopa de Wuhan", alguns deles defendendo posições bastante criticáveis como Giorgio Agamben. Yara Frateschi é Professora Livre Docente de Ética e Filosofia Política na Universidade Estadual de Campinas desde 2004. Possui Graduação (1997), Mestrado (1999), Doutorado (2003) e Pós-Doutorado (2004) em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente em temas vinculados à relação entre Ética e Política, Filosofia Politica e Teoria Crítica. _______________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #filosofia #brasil #cotas #identidade #viralata #complexo #agamben #polemica #politica #filosofiapolitica #conversacoesfilosoficas #conservadorismo #entrevista #emcasa #quarentena #pandemia #caiosouto

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Do riso de comicidade até a alta forma da comédia, Selma Lamas percorre em seu trabalho a obra de Bergson que aborda tal assunto com bastante profundidade. Também conversamos sobre as relações entre filosofia e psicologia, uma vez que a entrevista possui essa dupla formação e atua também como clínica.

Selma Lamas é Psicóloga clínica, atualmente atuando na Superintendência de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidades (criada em 11/2017), vinculada ao Gabinete da Reitoria, que busca o desenvolvimento de ações afirmativas, o reconhecimento da diferença e da diversidade, o atendimento aos direitos de pessoas com necessidades especiais, com deficiência, com altas habilidades, negros, indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, povos do campo, mulheres, LGBTIs, migrantes, refugiados, solicitantes de refúgio, apátridas e outros grupos histórica e socialmente subalternizados no âmbito acadêmico, pedagógico e institucional da comunidade da Universidade Federal do Paraná.



Formado pela UEAP, onde hoje é professor, Bruno José Bezerra desenvolve pesquisa na área da Filosofia da Religião, especialmente a partir de Martin Buber e Kierkegaard. Também foi assunto desta conversa as condições específicas do ensino e da pesquisa em filosofia na região norte do país, especialmente no estado do Amapá.

Bruno José Bezerra Ribeiro possui graduação em Filosofia pela Universidade do Estado do Amapá (2017). Especialização em Gestão e docência do ensino superior (2018).


Tendo estudado e ensinado filosofia do extremo sul ao extremo norte do país, e também com experiência internacional, Janilson Barbosa desenvolve atualmente uma pesquisa a respeito da possibilidade de se ensinar filosofia nos espaços institucionais e para além deles.

Janilson Barbosa é Doutor e Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS, Especialista em Direito da Criança e do Adolescente pela Fundação do Ministério Público do RS e Licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário La Salle. Pesquisa sobre violência juvenil fazendo a interface entre educação, justiça e direitos humanos e medidas socioeducativas para adolescentes infratores. Realizou estágio de doutorado na Universidade de Barcelona – Espanha. Atua no ensino na área de Ciências Humanas, formação de professores e em Direitos Humanos, Filosofia da Educação e Filosofia Geral. Atua também como consultor em organismos internacionais da ONU.



Quais as relações entre arte, filosofia e política podem ser traçadas para se compreender melhor as experiências estéticas ocorridas no Brasil durante o século XX? É o que o músico e filósofo Guilherme Granato pesquisa em seu trabalho, e também persegue em sua criação artística. Numa abordagem do que foi o movimento Tropicália, o qual envolveu não apenas a música (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Maria Bethânia), mas também outras esferas da criação artística (Hélio Oiticica e o concretismo dos irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos), o entrevistado remonta ao Modernismo e à Semana de 22, sobretudo à obra de Oswald de Andrade, para compreender melhor as implicações artísticas e políticas desse movimento. Além disso, ele também busca pensar as tendências da expressão estética contemporânea.

Guilherme Granato é Bacharel em Música com habilitação em Guitarra pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU (2003) ; Licenciatura em Educação Musical pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (2009). Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP (2016). Doutorando em filosofia pela Universidade NOva Lisboa FCSH. Professor de Guitarra, Violão, Arranjo, Composição, História da Música e Estética, trabalha em escolas de música e colégios de São Paulo e em seu próprio estúdio. Atua como músico em shows e gravações, acompanhando artistas de diversos estilos. Áreas de interesse: Música; Educação Musical; Estética e Filosofia da Arte.


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Arte, filosofia e política: do Modernismo à Tropicália e além… Entrevista com Guilherme Granato. Quais as relações entre arte, filosofia e política podem ser traçadas para se compreender melhor as experiências estéticas ocorridas no Brasil durante o século XX? É o que o músico e filósofo Guilherme Granato pesquisa em seu trabalho, e também persegue em sua criação artística. Numa abordagem do que foi o movimento Tropicália, o qual envolveu não apenas a música (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Maria Bethânia), mas também outras esferas da criação artística (Hélio Oiticica e o concretismo dos irmãos Haroldo de Campos e Augusto de Campos), o entrevistado remonta ao Modernismo e à Semana de 22, sobretudo à obra de Oswald de Andrade, para compreender melhor as implicações artísticas e políticas desse movimento. Além disso, ele também busca pensar as tendências da expressão estética contemporânea. Guilherme Granato é Bacharel em Música com habilitação em Guitarra pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU (2003) ; Licenciatura em Educação Musical pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (2009). Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP (2016). Doutorando em filosofia pela Universidade NOva Lisboa FCSH. Professor de Guitarra, Violão, Arranjo, Composição, História da Música e Estética, trabalha em escolas de música e colégios de São Paulo e em seu próprio estúdio. Atua como músico em shows e gravações, acompanhando artistas de diversos estilos. Áreas de interesse: Música; Educação Musical; Estética e Filosofia da Arte. _______________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com. #artepolitica #artes #musica #mpb #filosofia #filosofiaemusica #tropicalia #entrevista #emcasa #conversacoesfilosoficas #estetica #antropofagia #modernismo #politica #movimento #subversão

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Como ações estético-políticas podem afetar nosso convívio social? Para além de uma compreensão limitadora da arte institucional, Mariana Pimentel defende o desenvolvimento de novos modos de relação no campo estético e também na produção teórica sobre a arte. Nos últimos anos, vem desenvolvendo o conceito de teórica-doméstica, buscando problematizar as relações sociais implicadas na prática do que denomina como “maternagem”, que diferencia da mera “maternidade” em seu sentido biológico. Também propõe um diálogo em sua obra com o conceito de “artista-etc” de Ricardo Basbaum, e é defensora de uma remuneração à dupla jornada de trabalho exercida sobretudo por mulheres (a joranada doméstica remunerada, tal como preconizada por Silvia Federice).

Mariana Pimentel é Professora Adjunta do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense/UFF. É doutora em Letras e mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio. Vice-líder do Grupo de Pesquisas CNPQ ‘Práticas estético-políticas na arte contemporânea’ onde desenvolve duas linhas de pesquisa: ‘Arte, filosofia e modos de vida: subjetividades e práticas artísticas e Coletivos de arte, vida comunitária e práticas artísticas’. É autora da tese, ‘Fabulação a memória do futuro’, na qual investigou o conceito de fabulação no filósofo Gilles Deleuze e suas implicações na arte contemporânea. Publica artigos e ensaios sobre as relações entre arte, memória, ativismos e intervenções na cidade com ênfase nas ações do artista e ativista francês JR e na emergência de coletivos autonomistas brasileiros que realizam o que denomino de ações estético-políticas. Ativista do Coletivo de práticas teórico-artisticas ’28 de Maio’.

Link para um de seus textos.


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O que é uma teórica-doméstica? Entrevista com Mariana Pimentel. Como ações estético-políticas podem afetar nosso convívio social? Para além de uma compreensão limitadora da arte institucional, Mariana Pimentel defende o desenvolvimento de novos modos de relação no campo estético e também na produção teórica sobre a arte. Nos últimos anos, vem desenvolvendo o conceito de teórica-doméstica, buscando problematizar as relações sociais implicadas na prática do que denomina como "maternagem", que diferencia da mera "maternidade" em seu sentido biológico. Também propõe um diálogo em sua obra com o conceito de "artista-etc" de Ricardo Basbaum, e é defensora de uma remuneração à dupla jornada de trabalho exercida sobretudo por mulheres (a joranada doméstica remunerada, tal como preconizada por Silvia Federice). Mariana Pimentel é Professora Adjunta do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense/UFF. É doutora em Letras e mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio. Vice-líder do Grupo de Pesquisas CNPQ 'Práticas estético-políticas na arte contemporânea' onde desenvolve duas linhas de pesquisa: 'Arte, filosofia e modos de vida: subjetividades e práticas artísticas e Coletivos de arte, vida comunitária e práticas artísticas'. É autora da tese, 'Fabulação a memória do futuro', na qual investigou o conceito de fabulação no filósofo Gilles Deleuze e suas implicações na arte contemporânea. Publica artigos e ensaios sobre as relações entre arte, memória, ativismos e intervenções na cidade com ênfase nas ações do artista e ativista francês JR e na emergência de coletivos autonomistas brasileiros que realizam o que denomino de ações estético-políticas. Ativista do Coletivo de práticas teórico-artisticas '28 de Maio'. ___________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #estetica #politica #artes #artepolitica #manifestação #feminismo #artista #ação #movimentosocial #subversão #filosofiapolitica #revolta #domestica #teoria #critica #capitalismo #maternidade #cotas #periferia #bruxas #mulher #luta

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Nesta entrevista, o músico Sacha Amback nos conta um pouco sobre a sua criação artística a partir de seu contato com a filosofia, sobretudo depois do encontro com a obra de filósofos como Gilles Deleuze e das aulas de Cláudio Ulpiano. Sacha Amback é músico, compositor e produtor musical. Trabalhou com diversos artistas populares e compôs muitas trilhas sonoras para filmes.

Dentre as suas obras citadas na entrevista, está a composição “Aventura entre pássaros”, que compôs para a peça do coreógrafo João Saldanha, disponível neste link.



Iniciando esta entrevista com uma resposta a uma pergunta sobre a diferença entre os termos “descolonial” e “decolonial”, Mateus Uchôa percorre um leque muito grande de autores extremamente atuais que realizam uma crítica ao “progresso civilizatório” que culminou no desenvolvimento do Antropoceno (era geológica na qual a ação humana acarretou numa modificação dos processos biofísicos do planeta). Entre os autores mencionados nesta rica entrevista, estão indígenas e ocidentais, entre eles: Davi Kopenawa e Bruce Albert, Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Viveiros de Castro, Isabelle Stengers, Marco Antonio Valentim, Bruno Latour, Philippe Descola, entre outros. Também foi tema desta conversa a relação entre arte e pensamento.

Mateus Uchôa possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará e mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará com estágio discente complementar do programa PROCAD pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É também mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará, com ênfase em arte contemporânea. Desenvolveu pesquisa de doutorado na linha de Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem interesse em Crítica da economia política, Estética, Antropologia, Cosmopolítica e Questão ambiental. Atualmente tem interesse na área de Etnologia Indígena e na articulação de ideias ameríndias com questões da filosofia contemporânea.


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O pensamento indígena e a superação da colonialidade Entrevista com Mateus Uchôa. Iniciando esta entrevista com uma resposta a uma pergunta sobre a diferença entre os termos "descolonial" e "decolonial", Mateus Uchôa percorre um leque muito grande de autores extremamente atuais que realizam uma crítica ao "progresso civilizatório" que culminou no desenvolvimento do Antropoceno (era geológica na qual a ação humana acarretou numa modificação dos processos biofísicos do planeta). Entre os autores mencionados nesta rica entrevista, estão indígenas e ocidentais, entre eles: Davi Kopenawa e Bruce Albert, Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Viveiros de Castro, Isabelle Stengers, Marco Antonio Valentim, Bruno Latour, Philippe Descola, entre outros. Também foi tema desta conversa a relação entre arte e pensamento. Mateus Uchôa possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará e mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará com estágio discente complementar do programa PROCAD pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É também mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará, com ênfase em arte contemporânea. Desenvolveu pesquisa de doutorado na linha de Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem interesse em Crítica da economia política, Estética, Antropologia, Cosmopolítica e Questão ambiental. Atualmente tem interesse na área de Etnologia Indígena e na articulação de ideias ameríndias com questões da filosofia contemporânea. ____________________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #decolonialidade #decolonial #kopenawa #filosofiaearte #arte #politica #filosofiapolitica #filosofia #indigena #pensamento #emcasa #entrevista #conversacoesfilosoficas #nativo #quarentena #pandemia #krenak #antropologia #antropofagia #américa

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Quais são os novos desafios para se pensar o tempo presente em que vivemos em termos políticos? A partir do pensamento de Hannah Arendt, o pesquisador Paulo Bodziak oferece uma breve reflexão a respeito das semelhanças e diferenças entre o Brasil atual e o fascismo histórico de Hitler e Mussolini.

Paulo Bodziak possui é Graduado em Filosofia pela UFPR (2009), Mestre e Doutor em Filosofia pela UNICAMP (2013 e 2017). Especialista na obra de Hannah Arendt, desenvolve pesquisa nas áreas de Filosofia Contemporânea, Ética e Política e Epistemologia das Ciências Humanas em suas abordagens Fenomenológicas.


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