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Nesta entrevista, o músico Sacha Amback nos conta um pouco sobre a sua criação artística a partir de seu contato com a filosofia, sobretudo depois do encontro com a obra de filósofos como Gilles Deleuze e das aulas de Cláudio Ulpiano. Sacha Amback é músico, compositor e produtor musical. Trabalhou com diversos artistas populares e compôs muitas trilhas sonoras para filmes.

Dentre as suas obras citadas na entrevista, está a composição “Aventura entre pássaros”, que compôs para a peça do coreógrafo João Saldanha, disponível neste link.



Iniciando esta entrevista com uma resposta a uma pergunta sobre a diferença entre os termos “descolonial” e “decolonial”, Mateus Uchôa percorre um leque muito grande de autores extremamente atuais que realizam uma crítica ao “progresso civilizatório” que culminou no desenvolvimento do Antropoceno (era geológica na qual a ação humana acarretou numa modificação dos processos biofísicos do planeta). Entre os autores mencionados nesta rica entrevista, estão indígenas e ocidentais, entre eles: Davi Kopenawa e Bruce Albert, Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Viveiros de Castro, Isabelle Stengers, Marco Antonio Valentim, Bruno Latour, Philippe Descola, entre outros. Também foi tema desta conversa a relação entre arte e pensamento.

Mateus Uchôa possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará e mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará com estágio discente complementar do programa PROCAD pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É também mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará, com ênfase em arte contemporânea. Desenvolveu pesquisa de doutorado na linha de Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem interesse em Crítica da economia política, Estética, Antropologia, Cosmopolítica e Questão ambiental. Atualmente tem interesse na área de Etnologia Indígena e na articulação de ideias ameríndias com questões da filosofia contemporânea.


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O pensamento indígena e a superação da colonialidade Entrevista com Mateus Uchôa. Iniciando esta entrevista com uma resposta a uma pergunta sobre a diferença entre os termos "descolonial" e "decolonial", Mateus Uchôa percorre um leque muito grande de autores extremamente atuais que realizam uma crítica ao "progresso civilizatório" que culminou no desenvolvimento do Antropoceno (era geológica na qual a ação humana acarretou numa modificação dos processos biofísicos do planeta). Entre os autores mencionados nesta rica entrevista, estão indígenas e ocidentais, entre eles: Davi Kopenawa e Bruce Albert, Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Viveiros de Castro, Isabelle Stengers, Marco Antonio Valentim, Bruno Latour, Philippe Descola, entre outros. Também foi tema desta conversa a relação entre arte e pensamento. Mateus Uchôa possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará e mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará com estágio discente complementar do programa PROCAD pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É também mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará, com ênfase em arte contemporânea. Desenvolveu pesquisa de doutorado na linha de Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem interesse em Crítica da economia política, Estética, Antropologia, Cosmopolítica e Questão ambiental. Atualmente tem interesse na área de Etnologia Indígena e na articulação de ideias ameríndias com questões da filosofia contemporânea. ____________________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #decolonialidade #decolonial #kopenawa #filosofiaearte #arte #politica #filosofiapolitica #filosofia #indigena #pensamento #emcasa #entrevista #conversacoesfilosoficas #nativo #quarentena #pandemia #krenak #antropologia #antropofagia #américa

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Quais são os novos desafios para se pensar o tempo presente em que vivemos em termos políticos? A partir do pensamento de Hannah Arendt, o pesquisador Paulo Bodziak oferece uma breve reflexão a respeito das semelhanças e diferenças entre o Brasil atual e o fascismo histórico de Hitler e Mussolini.

Paulo Bodziak possui é Graduado em Filosofia pela UFPR (2009), Mestre e Doutor em Filosofia pela UNICAMP (2013 e 2017). Especialista na obra de Hannah Arendt, desenvolve pesquisa nas áreas de Filosofia Contemporânea, Ética e Política e Epistemologia das Ciências Humanas em suas abordagens Fenomenológicas.


Depois de concluída sua pesquisa doutoral sobre textos poucos explorados da obra de Merlau-Ponty, André Dias de Andrade propõe agora uma nova abordagem da fenomenologia, que ele denomina como uma “fenomenologia sem origem”, ou ainda uma “fenomenologia da diferença”, a qual estaria mais próxima de Gilles Deleuze do que de Edmund Husserl, o fundador da fenomenologia.

Além desse tema, que é melhor abordado num artigo que está no prelo e sairá pela Revista Kriterion (UFMG), nossa conversa também versou sobre a contemporaneidade e sobre questões políticas.

André Dias de Andrade possui graduação em Jornalismo pelo Centro Universitário de Maringá, graduação em Filosofia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Tem experiência nas áreas de Fenomenologia, Ontologia e Filosofia Francesa Contemporânea, com ênfase nas obras de Husserl, Merleau-Ponty e Deleuze. Desenvolve também projetos de pesquisa e possui publicações nas áreas de Semiótica (os sistemas de Peirce e Lotman), Teorias da Comunicação e Ética.

Contato: andre8ada@gmail.com


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Por uma fenomenologia da diferença e sem origem Entrevista com André Dias de Andrade. Depois de concluída sua pesquisa doutoral sobre textos poucos explorados da obra de Merlau-Ponty, André Dias de Andrade propõe agora uma nova abordagem da fenomenologia, que ele denomina como uma "fenomenologia sem origem", ou ainda uma "fenomenologia da diferença", a qual estaria mais próxima de Gilles Deleuze do que de Edmund Husserl, o fundador da fenomenologia. Além desse tema, que é melhor abordado num artigo que está no prelo e sairá pela Revista Kriterion (UFMG), nossa conversa também versou sobre a contemporaneidade e sobre questões políticas. André Dias de Andrade possui graduação em Jornalismo pelo Centro Universitário de Maringá, graduação em Filosofia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Tem experiência nas áreas de Fenomenologia, Ontologia e Filosofia Francesa Contemporânea, com ênfase nas obras de Husserl, Merleau-Ponty e Deleuze. Desenvolve também projetos de pesquisa e possui publicações nas áreas de Semiótica (os sistemas de Peirce e Lotman), Teorias da Comunicação e Ética. Contato: andre8ada@gmail.com ___________________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #fenomenologia #fenomenologiaexistencial #merleauponty #husserl #comunicação #signo #politica #emcasa #entrevista #pandemia #conversacoesfilosoficas #filosofia #politica #origem #deleuze #contemporaneidade #ufscar

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Nesta entrevista, Alex Jardim explicita como construiu o caminho que vai da fenomenologia de Husserl até o encontro com a obra de Deleuze e de Michel Tournier, numa interlocução inusitada e muito instigante.

Alex Jardim é Graduado em Filosofia pela Universidade Estadual de Montes Claros (1994), Especialista em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia, Mestre em Educação (Fundamentos Filosóficos da Educação) pela Universidade Federal de São Carlos (2001 com bolsa do CNPq) e Doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (2007).


Iniciando a entrevista com uma resposta afirmativa à pergunta “O Brasil de hoje é fascista?”, Rodrigo Gueron (UERJ) mobiliza diversos autores para sustentar sua perspectiva analítica: Walter Benjamin, Achile Mbembe, Foucault, Deleuze, Guattari, Reich, entre outros. Também há uma discussão sobre “fake news” segundo uma problemática afetiva, escapando à discussão sobre o juízo entre verdadeiro e falso.

Rodrigo Gueron é Professor Associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador pró-cientista, Rodrigo Guéron é membro efetivo do PPGARTES (Programa de Pós-Graduação em Artes) do Instituto de Artes da UERJ e membro colaborador do PPGFIL (Programa de Pós-Graduação em Filosofia) da mesma universidade. Doutor em Filosofia pela UERJ e Mestre em Filosofia pela UFRJ.

Obras mencionadas na entrevista:

Walter Benjamin: “Teses sobre o conceito de história”.

Achile Mbembe: “Necropolítica” e “Crítica da razão negra”.

Wilhelm Reich: “Psicologia de massas do fascismo”.

Deleuze e Guattari: “O Anti-Édipo”.

Foucault: “Introdução à vida não-fascista”.

Livro de Rodrigo Gueron: “Da Imagem ao Clichê, do Clichê à Imagem. Deleuze, Cinema e Pensamento” Rio de Janeiro: Nau Editora, 2011.


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O Brasil hoje é fascista? Micropolítica, fake news e herança colonial. Entrevista com Rodrigo Gueron. Iniciando a entrevista com uma resposta afirmativa à pergunta "O Brasil de hoje é fascista?", Rodrigo Gueron (UERJ) mobiliza diversos autores para sustentar sua perspectiva analítica: Walter Benjamin, Achile Mbembe, Foucault, Deleuze, Guattari, Reich, entre outros. Também há uma discussão sobre "fake news" segundo uma problemática afetiva, escapando à discussão sobre o juízo entre verdadeiro e falso. Rodrigo Gueron é Professor Associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador pró-cientista, Rodrigo Guéron é membro efetivo do PPGARTES (Programa de Pós-Graduação em Artes) do Instituto de Artes da UERJ e membro colaborador do PPGFIL (Programa de Pós-Graduação em Filosofia) da mesma universidade. Doutor em Filosofia pela UERJ e Mestre em Filosofia pela UFRJ. Obras mencionadas na entrevista: Walter Benjamin: "Teses sobre o conceito de história". Achile Mbembe: "Necropolítica" e "Crítica da razão negra". Wilhelm Reich: "Psicologia de massas do fascismo". Deleuze e Guattari: "O Anti-Édipo". Foucault: "Introdução à vida não-fascista". Livro de Rodrigo Gueron: "Da Imagem ao Clichê, do Clichê à Imagem. Deleuze, Cinema e Pensamento" Rio de Janeiro: Nau Editora, 2011. ______________________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #emcasa #entrevista #foucault #deleuze #antiedipo #achillembembe #walterbenjamin #historia #reich #psicologia #massas #fascismo #politica #filosofia #filosofiapolitica #filosofiadahistoria #decolonialidade #herançacolonial #racismo #sociedade #conversacoesfilosoficas #necropolitica #fakenews #pandemia #poder #verdade #micropolitica #afeto #estetica #uerj

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Nesta fala potente, Jordan Gondim enfatiza como seu processo criativo está ligado ao cuidado de si, em contestação à realidade política e social opressora. Também conversamos sobre a importância da solidão tanto para a reflexão filosófica quanto para a criação artística.

Jordan Gondim é artista plástico, pintor e escultor, e também possui formação em filosofia pela Universidade Federal do Cariri (UFCA). Atualmente, reside em Juazeiro do Norte/CE.



Jean-Paul Sartre, um dos filósofos mais influentes do século XX, e principal expoente do existencialismo francês, após ser muito criticado por suas posições em referência à liberdade humana que pareceram a alguns (como a Lukács) como uma filosofia “pequeno-burguesa”, passa a percorrer um caminho que o aproxima cada vez mais da obra de Karl Marx. Essa trajetória culmina na obra dos anos 1960 “Crítica da razão dialética”, em que se tenta conciliar as teses metafísicas de “O ser e o nada” (1943) com o materialismo histórico dialético. Nesta entrevista, Vinicius dos Santos aborda um pouco tais temas, sempre com vistas a uma apreensão da realidade concreta em que vivemos atualmente.

Vinícius dos Santos é Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos e licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano. É Mestre e Doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Filosofia e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal da Bahia. Atua principalmente nas seguintes áreas e temas: marxismo, existencialismo, fenomenologia, subjetividade, alienação, dialética, filosofia da história, filosofia política, política contemporânea e ética.


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Entre existencialismo e materialismo histórico dialético. Entrevista com Vinícius dos Santos. Jean-Paul Sartre, um dos filósofos mais influentes do século XX, e principal expoente do existencialismo francês, após ser muito criticado por suas posições em referência à liberdade humana que pareceram a alguns (como a Lukács) como uma filosofia "pequeno-burguesa", passa a percorrer um caminho que o aproxima cada vez mais da obra de Karl Marx. Essa trajetória culmina na obra dos anos 1960 "Crítica da razão dialética", em que se tenta conciliar as teses metafísicas de "O ser e o nada" (1943) com o materialismo histórico dialético. Nesta entrevista, Vinicius dos Santos aborda um pouco tais temas, sempre com vistas a uma apreensão da realidade concreta em que vivemos atualmente. Vinícius dos Santos é Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos e licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano. É Mestre e Doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Filosofia e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal da Bahia. Atua principalmente nas seguintes áreas e temas: marxismo, existencialismo, fenomenologia, subjetividade, alienação, dialética, filosofia da história, filosofia política, política contemporânea e ética. _________________ Caio Souto caiosouto@gmail.com #marx #marxismo #sartre #existencialismo #liberdade #materialismohistorico #emcasa #entrevista #conversacoesfilosoficas #etica #politica #filosofiapolitica #cienciassociais #cienciapolitica #brasil #pandemia #situação #quarentena #dialetica #hegel #filosofia #filosofos #engajamento

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Para além da questão das “filosofias nacionais”, esta conversa com Filipe Campello tratou do problema da pouca circulação das ideias filosóficas produzidas por nós brasileiros e brasileiras, o que o pesquisador entrevistado conceitua com o termo “injustiça epistêmica”.

Filipe Campello é professor de filosofia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), doutor em filosofia pela Goethe-Universität Frankfurt (2013) e foi professor visitante na The New School for Social Research, tendo recebido o Fulbright Junior Faculty Member Award.



Fernando Pessoa, pensador plural, possui um obra poética que coloca muitas questões à filosofia. Uma delas é a experiência do “desassossego”, que Gisele Candido explorou em sua tese. Nesta entrevista, a pesquisadora nos conta sobre sua pesquisa envolvendo este tema, além de também abordar questões políticas e sociais sobre a pesquisa acadêmica no Brasil, questões de gênero, entre outros assuntos.

Gisele Candido é doutora em filosofia pela Universidade de São Paulo – USP, mestre em filosofia pela Universidade Federal do Paraná – UFPR, graduada em filosofia pela Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Textos citados na entrevista:

Alain Badiou: Pequeno manual de inestética

Giorgio Agamben: O que resta de Auschwitz

José Gil: Metafísica das sensações

Rénaud Barbaras: Fenomenologia e Literatura: a não filosofia de Fernando Pessoa

Tese de Gisele Candido: O desassossego e o pensamento poético-filosófico de Fernando Pessoa


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