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Conteúdos

https://youtu.be/v72l7WsOX3E

Em sua tese recentemente defendida, Abraão Lincoln Ferreira Costa aborda a obra de Nietzsche entre as “Considerações Extemporâneas” e a obra “Humano, demasiado humano”, focando nos conceitos de formação, cultura e história. Nesta entrevista, conversamos sobre esses conceitos e sobre as “Extemporâneas”: o conceito do história, a importância da educação, o papel da universidade, e também a cultura alemã em comparação com o Brasil contemporâneo. Abraão Lincoln Ferreira Costa é licenciado em filosofia pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com pós-graduação lato sensu e mestrado no mesmo curso pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, cursa o doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), instituição onde também integra o Grupo de Pesquisas sobre Filosofia, Ciência e Natureza na Alemanha do século XIX. Suas pesquisas concentram-se nos seguintes temas: Nietzsche e os conceitos de cultura, história e formação (Bildung); Ateísmo filosófico contemporâneo; Metafísica e Conhecimento; Política e Educação. É professor concursado da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e professor/pesquisador do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

https://youtu.be/p-naMyv2GG4

Nesta “live”, Clovis Salgado Gontijo faz uma apresentação da vida e da obra de Jankélévitch e, em seguida, expõe o conceito de “inefável” neste autor, propondo uma distinção entre inefável, indizível e inexprimível. Também aborda de maneira bastante profunda o pensamento sobre música, e suas relações com a ética e com o formalismo neste autor.

Após completar a graduação e o mestrado em Música (Bacharelado em Piano pela Faculdade Santa Marcelina e Master’s in Music/Piano Performance pela Texas Christian University), Clovis Salgado Gontijo Oliveira migrou para a Filosofia, com o objetivo de dedicar-se à área da Estética. Bacharelou-se em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e, graças ao apoio da agência chilena Conicyt, doutorou-se em Filosofia com menção em Estética e Teoria da Arte pela Faculdade de Artes da Universidade do Chile (2014). Desde agosto de 2011 atua como professor assistente da FAJE, tendo sido incorporado ao quadro de professores do Programa de Pós-graduação em Filosofia dessa faculdade em fevereiro de 2016. É um dos líderes do Grupo de Pesquisa interdisciplinar “Mística e Estética”, cadastrado pelo CNPq. Além de seus trabalhos acadêmicos, dirigidos sobretudo ao pensamento de Vladimir Jankélévitch, à Filosofia da Música, às poéticas noturnas e às interseções entre Mística e Estética, procura aplicar seus conhecimentos em projetos ligados à formação de público e à arte-educação. Clovis Salgado Gontijo é tradutor de “A música e o inefável” (Ed. Perspectiva), de Jankélévitch, e autor do livro Ressonâncias noturnas: do indizível ao inefável (Ed. Loyola).

Quais relações se podem estabelecer entre a produção literária e a sociedade? Tais é uma das principais indagações de Júlio Bastoni, a partir da referência de Antonio Candido, entre outros críticos literários e sociólogos, para pensar determinados autores da literatura brasileira. Dois desses autores são João Antônio, sobre quem conversamos na primeira parte da entrevista, e Cruz e Sousa, sobre o qual falamos em seguida. Júlio Bastoni também fala um pouco sobre temas relacionados à relação entre a produção acadêmica e a sociedade, além de temas relacionados à difusão do conhecimento acadêmico e aos benefícios da leitura.

Júlio Cezar Bastoni da Silva é Licenciado em Letras – Português e Inglês pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Doutor em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP – Araraquara), e Professor Adjunto de Literatura Brasileira na Universidade Federal do Ceará (Departamento de Literatura-UFC) e do Programa de Pós-Graduação em Letras: Literatura Comparada (PPGLetras), da mesma Universidade. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: Ficção brasileira, Literatura e pensamento social e político brasileiro, Literatura e classes populares e Historiografia literária brasileira.

Esta conversa abordou sobretudo temas relacionados ao ensino de lógica e às dificuldades encontradas pelos alunos no estudo dessa disciplina filosófica. O entrevistado apresentou brevemente as principais ideias contidas em seu último livro “Lógica elementar” (2019), bem enfocando a sua diferença para com outras obras de introdução ao ensino de lógica. Abordamos, ainda, como a lógica pode se integrar às demais disciplinas filosóficas. Por fim, Desidério Murcho expôs brevemente sua forma própria de ver o mundo a partir da lógica, especificando como o seu estudo pode auxiliar a uma compreensão acerca do sentido da vida.

Desidério Murcho (1965) estudou Filosofia na Universidade de Lisboa e depois no King’s College de Londres. É professor na Universidade Federal de Ouro Preto desde 2007. Autor de Filosofia em Directo (2011), um êxito editorial com mais de 21 mil exemplares vendidos, Sete Ideias Filosóficas que Toda a Gente Deveria Conhecer (2011), Pensar Outra Vez (2006), O Lugar da Lógica na Filosofia (2003) e Essencialismo Naturalizado (2002). Coautor dos livros Janelas para a Filosofia (2014), 50 Lições de Filosofia (2012-2013), entre outros, e organizador dos livros A Ética da Crença (2010), Viver para Quê? (2009) e Enciclopédia de Termos Lógico-Filosóficos (2006), Desidério Murcho participa habitualmente em congressos e conferências internacionais. Na Edições 70 publicou Todos os Sonhos do Mundo (2016) e Lógica Elementar (2019).

A pesquisa de Nádia Junqueira Ribeiro sobre o pensamento de Hannah Arendt tem como ponto de partida a distinção entre o social e o político, tal como promovida sobretudo na obra “A condição humana” (1958). Tal distinção recebeu diversas críticas, algumas das quais são retomadas pela entrevistada em sua fala. Contudo, a partir de outros textos em que se evidencia a condição judia da autora, Nádia Ribeiro oferece uma alternativa diferente para se repensar essa distinção em Hannah Arendt. Isso permitira responder a algumas dessas críticas, reformulando a relação com o feminismo no horizonte político da obra de Arendt. Por fim, falamos um pouco sobre temas relacionados às redes socias e sobre como o pensamento de Arendt pode ser mobilizado para uma melhor compreensão e análise do que vivemos atualmente.

Nádia Junqueira Ribeiro é Doutoranda em Filosofia Política e Ética no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); bolsista CNPq. Atualmente é pesquisadora visitante no departamento de Filosofia da New School for Social Research. Mestre em Filosofia Política e Ética na Universidade Federal de Goiás (2015). Bacharel em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo pela PUC-Goiás (2011). Bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás (2012). Assessora de comunicação da Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia. Pesquisa, atualmente, a relação entre o Social e o Político em Hannah Arendt. Área de interesse: filosofia política moderna e contemporânea.

Com a intensificação das políticas neoliberais, muito(a)s autore(a)s têm se colocada a questão a respeito do fim da democracia. Mas será que estamos diante de um fim da possibilidade de uma democracia? Esse é um dos temas de pesquisa de Loiane Verbicaro, que fala um pouco sobre o assunto na intersecção entre filosofia, direito e economia.

Loiane Verbicaro é Professora Adjunta da Faculdade de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Pará – UFPA. Doutora em Filosofia do Direito pela Universidade de Salamanca – USAL (2014). Cursa Pós-Doutorado em Filosofia e Teoria Geral do Direito na Universidade de São Paulo – USP. Mestra em Direitos Fundamentais e Relações Sociais pela Universidade Federal do Pará – UFPA (2006), com período de estudo na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP. Mestra em Ciência Política pela Universidade Federal do Pará – UFPA (2011). Graduada em Direito pela Universidade Federal do Pará – suma cum laude – UFPA (2004). Graduada em Filosofia (Bacharelado) pela Universidade Federal do Pará – UFPA (2019). Membro da Comissão Assessora da Área do Direito (ENADE), no triênio 2018-2020. Diretora Regional Norte da Associação Brasileira de Ensino Jurídico – ABEDI, no triênio 2018-2020. Avaliadora do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Foi Coordenadora do Curso de Direito, Professora do Programa de Mestrado e da Graduação em Direito do Centro Universitário do Pará – CESUPA. Integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Líder do Grupo de Pesquisa – CNPq: Filosofia Prática: Investigações em Política, Ética e Direito. Autora do livro “Judicialização da Política, Ativismo e Discricionariedade Judicial”. Tem experiência na área de Filosofia, Direito e Ciência Política, com ênfase em Filosofia Política, Ética, Filosofia do Direito, Direitos Humanos.

O que significa pensar a filosofia a partir de África? Thiago Dantas possui uma trajetória acadêmica que parte de estudos sobre autores alemães (Nietzsche, Heidegger), e depois se dirige a estudos decoloniais. História, metafísica e raça são alguns dos temas investigados, a partir de África, que mobilizam essa pesquisa de Thiago Dantas. Esta entrevista é um convite a que todxs possam conhecer um pouco mais desse instigante trabalho.

Luis Thiago Freire Dantas possui graduação em filosofia pela Universidade Federal de Sergipe (2009), Especialista em Educação das Relações Étnico-Raciais pelo NEAB-UFPR (2015), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2013) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (2018) com a tese: Filosofia desde África – perspectivas descoloniais. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em principalmente nos seguintes temas: Filosofia Africana, Ensino de Filosofia, Estudos Pós-coloniais e Decoloniais e Hermenêutica.

Nesta entrevista, discutimos as várias facetas do Brasil contemporâneo de um ponto de vista político, econômico e moral. A entrevistada nos fornece uma visão muito contundente do que ocorre em nosso país, conforme a posição que hoje ocupa na ordem política e econômica mundial. Abordamos também alguns assuntos filosóficos, com referência a autores tais como Nietzsche, Spinoza e Deleuze.

Bárbara Lucchesi Ramacciotti é Doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre e Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Docente Permanente do Mestrado em Políticas Públicas da Universidade de Mogi das Cruzes, UMC-SP. Docente Permanente do Mestrado em Direito UNIFIEO, Osasco-SP. Coordenadora e professora da Licenciatura em Filosofia da Universidade Santo Amaro, UNISA-SP. Possui experiência docente na graduação e na Pós em Filosofia: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Metodista-SP, UNIFAI-SP. Pesquisadora associada do Grupo de Estudos Espinosanos (USP), sob a coordenação da profa. Dra. Marilena Chaui. Faz parte do corpo editorial dos Cadernos Espinosanos (USP). Membro fundadora do GT – Deleuze da ANPOF. Ex-Membro fundadora do Grupo de Estudos Nietzsche (USP/UNIFESP) e dos Cadernos Nietzsche. Atua nas seguintes áreas: Políticas Públicas, Direitos Humanos e Fundamentais, Ética, Metodologia, Epistemologia, Ciência Política, Teorias do Estado, História da Filosofia Moderna e Contemporânea.

Nesta entrevista, Adilbênia Machado conta um pouco sobre sua pesquisa nas áreas da filosofia e da educação, e especialmente sobre seu livro “Filosofia africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades”. Falamos sobre perspectivas femininas e da insuficiência do termo “feminismo” para dar conta de todas as questões implicadas nessa questão. Também abordamos a importância da Lei 10.639/03, que institui o ensino de história e filosofia africana em todos os níveis de ensino no Brasil, e dos desafios para que ela seja efetivamente implementada. Ao fundo, é possível ouvir os galos cantarem. Abildênia gravou esta entrevista de Pau Preto (Município de Parambu) na Região do Inhamuns, Sertão do Ceará.

Abildênia Machado é doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), 2019. Mestra em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), 2014. Bacharela (2006) e Licenciada (2007) em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Membra dos grupos de pesquisa GRIÔ: culturas populares, diásporas africana e educação (UFBA) e do NACE (Núcleo das Africanidades Cearenses), UFC. Participou como pesquisadora sócia fundadora da REDE AFRICANIDADES (UFBA). Integrou de 2009 a 2012 o grupo de pesquisa REDPECT, nas linhas de pesquisa ACHEI (Africanidade, Corpo, História, Educação e (In)Formação), CPC (Cartografia do Pensamento Contemporâneo) e Cinema, Áudio-Visual e Educação da UFBA. Pesquisa Filosofia Africana e Afro-brasileira; Filosofias da Ancestralidade e do Encantamento; Filosofia Africana mediada pelos Saberes Ancestrais Femininos; Formação, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira; Educação para as Relações Étnico-Raciais; Currículos e Metodologias Afrorreferenciadas; Filosofia Africana presente nos Adinkras. Atuou como assistente na equipe de consultoria contratada pela Secretária do Estado da Bahia para a construção do texto-base das Diretrizes da Educação Quilombola do Estado da Bahia; atuou como pesquisadora para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) na pesquisa “Relações Raciais na fala do professor”; atuou como Tutora a Distância no Curso de Produção de Material Didático para a Diversidade, parceria da Universidade Aberta do Brasil com a UFBA e no Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Pública (UFC). Filiada a Associação Brasileira de Pesquisadores Negr@s (ABPN). Assento na Cadeira 39 da Academia Afrocearense de Letras (AAFROCEL). Integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas (https://www.filosofas.org/). Autora do livro “Filosofia Africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades” (2019).

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