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Conversamos inicialmente sobre a nova geração de poetas e as editoras médias e pequenas que se dedicam à poesia e à literatura; abordamos também a necessidade da poesia e sua função numa sociedade como a nossa; Marcelo Torres também falou um pouco sobre como compreende a ideia de “voz pessoal” e do seu projeto literário; da relação entre vida e obra poética, da relação com a cultura popular, do corpo poético e da resistência da imaginação. Por fim, Marcelo Torres falou sobre sua própria obra poética, apresentando seus cinco livros publicados de 2015 a 2020. Marcelo Torres publicou “Vertigem de Telhados” (Kazuá, 2015), “Nadar em cima da rua” (Kazuá, 2015), “Páthos de Fecundação e Silêncio” (Patuá, 2016), “Poemas tímidos e gelatinosos” (Patuá, 2019) e “Saindo sem avisar / voltando sem saber de onde” (Córrego, 2020).

Mauricio Salles Vasconcelos possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), mestrado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985) e doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo (1994). Fez seu pós-doutoramento na New York University (período 2000-2001), sob supervisão de Avital Ronell, desenvolvendo pesquisa transdisciplinar nas áreas de literatura, filosofia e tecnologia. No período 2014-2015, realizou pós-doutoramento na Universidade de Lisboa, dedicando-se à investigação sobre literatura e documentarismo no contexto do século XXI, junto ao CEC (Centro de Estudos Comparatistas). Professor Livre-Docente na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (Universidade de São Paulo). Realizou em Nova York o vídeo OCIDENTES (2001), com base em seu livro de poesia OCIDENTES DUM SENTIMENTAL (1998), uma recriação do poema “Sentimento dum ocidental”, de Cesário Verde. Roteirizou e, também, dirigiu outros vídeos: BLANCHOT – PARA ONDE VAI A LITERATURA? (2005), junto à Faculdade de Letras da UFMG, e GIRO NOITE CINEMA – GUY DEBORD (2011). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Orientação e Aconselhamento, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura e outras artes; crítica cultural contemporânea; poesia (sécs. XIX-XXI); literatura e transdisciplinaridade (filosofia, história, política e cultura). Coordenou o projeto Vídeoliteratura junto ao Núcleo Portátil – Núcleo de Literatura, Teoria e Vídeo – (FFLCH/USP). Em 2011, o Núcleo produziu sua primeira peça videográfica: TITANIC WORLD FOREVER – POESIA DE MARCELO ARIEL, resultante de um seminário ocorrido no curso de pós-graduação “Poesia, Cinema e outras artes – A cena cultural contemporânea”, ministrada por Mauricio S. Vasconcelos, em 2008. Dirigiu e roteirizou o vídeo UMA ÁRVORE NO ZAIRE (2014), uma produção do Núcleo Portátil (CELP/FFLCH). Publicou os livros de poesia LEMBRANÇA ARRANHADA (1980), TESOURO TRANSPARENTE (1985), SONOS CURTOS (1992), OCIDENTES DUM SENTIMENTAL (1998), CADERNETA-MAQUETE (2016) e AR LIVRE (2017). É autor das ficções breves de STEREO (2002) e MOÇA EM BLAZER XADREZ (2013), além do ensaio RIMBAUD DA AMÉRICA E OUTRAS ILUMINAÇÕES (2000). Foi co-organizador do livro ensaístico MIL RASTROS RÁPIDOS – CULTURA E MILÊNIO (1999). Entre 2011-2018 foram editados outros livros: ELA NÃO FUMA MAIS MACONHA (romance, 2011); ESPIRAL TERRA – POÉTICAS CONTEMPORÂNEAS DE LÍNGUA PORTUGUESA (ensaio, 2013); TELENOVELA (romance, 2014); EXTERIOR. NOITE – FILOSOFIA/LITERATURA (ensaio, 2015); JEAN-LUC GODARD – HISTÓRIA (S) DA LITERATURA (ensaio, 2015); MEU RÁDIO (COLETIVO ANIMAL), romance (2016); O NASCIMENTO DO SEXO (novela, 2017); DISCO DUBLÊ e BRÁULIO PEDROSO (NOVELA DA NOITE), romances lançados em 2018. Traduziu a obra MY LIFE/MINHA VIDA, de Lyn Hejinian (2014), importante poeta do pós-modernismo norte-americano, e também a narrativa THE FLUKE/O ASARO, de Jacques Stern (2018). Desde 1987, coordena oficinas de produção de literatura, realizadas em diferentes módulos e espaços, tais como aquelas ocorridas no Espaço Cultural Numen, Rio de Janeiro, em 1987, na Fundação Biblioteca Nacional, RJ, em 1992, e durante os festivais de inverno de Ouro Preto (1995) e Diamantina (2004). Em 2012, criou, no currículo de graduação da FFLCH, a disciplina ESTUDOS COMPARADOS DE LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA V (OFICINA DE ESCRITA), que vem sendo ministrada por Mauricio Salles Vasconcelos desde então. Em 2018, a linha de pesquisa “Laboratórios de Criação – Escrita de Literatura e Teoria” (concebida e coordenada por MSV) passa a integrar o Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, propiciando de modo inaugural na Universidade de São Paulo a formação de escritores nos campos da poesia, da narrativa e do ensaio.

Nesta entrevista, conversamos sobre a importância do trabalho editorial, para muito além da divulgação de pesquisas acadêmicas, como algo que influencia em nossas vidas. A leitura é algo importante, não somente como via de acesso à alta cultura, mas sobretudo para a efetivação da cidadania. Ler o mundo é indissociável do exercício pleno de um cidadão. O Brasil é um país que lê muito pouco, ainda estando por serem logrados diversos avanços nesse sentido. José Castilho Marques Neto, por sua carreira como professor universitário, editor, diretor da Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo, e secretário do Plano Nacional do Livro e da Leitura, é sem dúvida uma das vozes mais capacitadas hoje em dia para falar sobre as dificuldades e desafios ainda a serem superados nessa esfera salutar de nossas vidas. Ao final, também falamos sobre sua trajetória como pesquisador e autor de um livro já clássico sobre Mário Pedrosa, que será reeditado em breve: “Solidão revolucionária”. José Castilho Marques Neto possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1976) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1992). Curso de especialização em Edición Global pela Universidad Pompeu Fabra de Barcelona, Espanha. Atualmente é professor assistente doutor aposentado da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Araraquara. Exerceu, desde 1988, funções de direção editorial junto à Editora UNESP (Editor Executivo e Diretor de Publicações da FUNDUNESP) e, a partir de 1º de abril de 1996, tornou-se o primeiro Diretor Presidente da Fundação Editora da UNESP, cargo que deixou em 1º de junho de 2015. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia e Filosofia Política atuando principalmente nos temas relacionadas à formação do pensamento de esquerda e marxista, notadamente no Brasil. Especializou-se também em editoração universitária e em políticas públicas de livro, leitura e bibliotecas, sendo consultor de organismos nacionais e internacionais de editoração e leitura, além de agências de fomento à pesquisa. Dirigiu a Biblioteca Pública Mário de Andrade, São Paulo (2002/2005). Presidiu em vários mandatos entidades e instituições do livro e da leitura como a Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU) e a Asociación de Editoriales Universitarias de América Latina y el Caribe (EULAC). É membro titular da Comissão Nacional do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, órgão da CPLP (2014). Foi Secretário Executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura, vinculado aos Ministérios da Cultura e da Educação (períodos: agosto/2006-março/2011 e junho/2013-maio/2016 ), cargo Pro Bono. Consultor na área de livro, leitura e bibliotecas na empresa JCastilho – Gestão&Projetos – São Paulo – SP.

Nesta live, discutimos a relação entre filosofia, ciência e racismo com o pesquisador Douglas Rodrigues Barros. Live realizada quinta-feira, (4/6), às 20h30. Douglas Rodrigues Barros é graduado em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo UNIFESP (2012). É mestre em estética e filosofia da arte com a dissertação O Jovem Lukács e Dostoiévski (2015) e, atualmente é doutorando em ética e filosofia política pela mesma. Tem experiência em filosofia, com ênfase em ética, estética e filosofia política, investigando principalmente a filosofia alemã conjuntamente com o pensamento diaspórico de matriz africana e suas principais contribuições teóricas no campo da arte e da política. Atua nos seguintes temas: literatura, teatro, filosofia política, filosofia do direito e Estado. É escritor com dois romances publicados e autor do livro Lugar de negro, lugar de branco? Esboço para uma crítica à metafisica racial lançado pela editora Hedra.

Nesta entrevista, Ettore Antunes fala sobre como o conceito de “pedagogia científica”, ou “alfabetização científica”, pode ser utilizado para o ensino de química. Também conversamos brevemente sobre os conceitos de “espírito científico”, de “obstáculos epistemológicos” (obstáculo do senso comum, obstáculo animista, obstáculo verbal etc.) e de “filosofia do não”. Por fim, abordamos a situação da universidade brasileira, dos programas de pós-graduação em química na região Norte do país, em contraposição às regiões sul-sudeste, e da relação entre universidade e sociedade. Ettore Antunes é químico, mestre em Química (Físico-Química) e Doutor em Química na área de Ensino de Química. Atualmente, é docente na Universidade Federal do Amazonas – UFAM, Manaus. Têm interesse em pesquisas na intersecção entre as áreas da História, Filosofia, Psicologia e Sociologia da Ciência e o Ensino de Química e também em Metodologias Ativas para o Ensino de Química, como a Metodologia Investigativa. Atualmente é colaborador no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIM) da UFAM.

Live com Vera Eunice de Jesus (filha de Carolina de Jesus) Raffaella Fernandez (pesquisadora de Carolina de Jesus) Luiz Manoel Lopes (filósofo) Raffaella Fernandez é da periferia de São Paulo. Sai do Parque Bristol em 1999 e se torna Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais (CNPq / 2004) pela UNESP de Marília. É também Licenciada em Letras-Português/Francês da UNESP de Assis. Desenvolveu pesquisa de doutorado em Teoria e História da Literária (2015) no IEL-UNICAMP, com estágio de doutorado no Institute de Textes et Manuscrits Modernes (ITEM/ CNRS) na École Normale Supérieure de Paris (Capes-PDSE/2013) sobre os aspectos literários, dispersos nos manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus. Atualmente é pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da UFRJ (PNPD/Capes) e do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC-UFRJ), sob supervisão da Profa. Dra. Heloísa Buarque de Hollanda. Em 2014 publicou organizou o livro “Onde estaes felicidade” com inéditos de Carolina Maria de Jesus. Em 2018 organizou o livro “Meu sonho é escrever” com novos textos inéditos de Carolina. Em 2019 pulicou “A poética de resíduos de Carolina Maria de Jesus” onde descreve as mais de 5 mil páginas de originais de Carolina, após uma pesquisa de 15 anos sobre o processo criativo dessa autora. Também em 2019 organiza o livro de poemas de Carolina intitulado “Clíris: poemas recolhidos”.

Gledson Sousa é nascido em Juazeiro do Norte em 1972. Reside em São Paulo desde 1991. Formado em História, com especialização em História da Arte.Tem trabalhos publicados no site Triplov (www.triplov.com), além de publicações em livros: O Ovo – Meditações Sobre a Semântica do Mundo. São Paulo: Ed. Janos, 2004 A Iconografia Interior – Kandinsky e a Teosofia. Lisboa: Ed. Apenas Livros, 2014 O Livro das Novas Mutações ou O Oráculo da Natureza. Lisboa: Ed. Apenas Livros, 2014 Fantasmas – Contos. Rio de Janeiro: Editora Jaguatirica, 2018 Pôr a Poesia – Seguido de Espiral – Ensaio/poema. São Paulo: Editora Córrego, 2020. Além de participação em obras coletivas:Presença do Feminino no Relato dos Viajantes, no livro Desigualdade no Feminino. Lisboa: Apenas Livros, 2009; Uma Espiritualidade Nietszcheana?, no livro A Religião que Anda no Ar. Lisboa: Apenas Livros, 2014.Poeta, prosador e ensaísta.

Para além da tradição do racionalismo ocidental, há uma outra tradição igualmente antiga que a própria história do racionalismo busca ocultar. Daniel Placido desenvolve uma pesquisa a respeito de um leque bastante amplo e variado de autores que comporiam essa tradição, além de outros autores para além do Ocidente. Podem ser citados: Plotino, Fílon de Alexandria, Surauardi, Ibn Arabi, Swedenborg, Paracelso, Jacob Bohème, Henry Corbin, entre outros. Daniel R. Placido é formado em Filosofia pela USP e especialista em História pela PUC-SP. Pesquisa temas como filosofia e mística comparadas.

Link para alguns textos do autor.

Páginas no Facebook sobre Gnosticismo e sobre Mística comparada.

Nossa conversa se motivou pelas seguintes questões principais: Jean Maguë dizia que “não se ensina folosofia, mas pode-se ensinar a filosofar”. Será que é de fato impossível ensinar filosofia? Por que, no Brasil, durante muito tempo – e ainda hoje em muitos lugares – a disciplina de “ensino de filosofia” é marginalizada, havendo uma espécie de divisão hierárquica entre os que vão se dedicar à pesquisa e os que vão se dedicar ao ensino? Em que sentido o conceito de antropofagia, construído por Oswald de Andrade e avançado por antropólogos como Viveiros de Castro, permite auxiliar a compreensão filosófica do ensino de filosofia numa perspectiva crítica e emancipatória? Filipe Ceppas é formado em Filosofia pela UnB (1993), possui mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1997), doutorado em Educação também pela PUC-Rio (2003) e fez dois estágios pós-doutorais na Universidade Paris VIII. É professor associado da Faculdade de Educação da UFRJ e trabalha na formação de professores, em especial dos licenciandos em Filosofia, com as disciplinas Prática de Ensino de Filosofia e Didática Especial de Filosofia. É professor do PPGF-UFRJ, onde pesquisa temas relacionados à filosofia francesa contemporânea, ensino de filosofia e educação, e atua no Mestrado Profissional do CEFET-Rio (PPFEN), assim como no PROF-FILO (núcleo UFT). Foi coordenador do GT Filosofar e Ensinar a Filosofar da ANPOF, de 2008 a 2012. Coordena atualmente o Laboratório de Ensino de Filosofia Gerd Bornheim da Faculdade de Educação da UFRJ (LEFGB-FE/UFRJ) e o Núcleo de Pesquisa em Filosofia Contemporânea do Programa de Pós-Graduação de Filosofia da UFRJ (NuFFC-PPGF-UFRJ/CNPq). Participa como membro pesquisador do Laboratório de “Recherche sur la Philosophie Pratique et Appliquée” (L.R.Ph.P.A.) da Universidade do Egeu (Rodes-Grécia), na rede “Philosophie de l’Éducation en Praxis”.

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