Início

Boas vindas ao portal das Conversações Filosóficas

Aqui você pode conhecer mais sobre o projeto, entrar em contato e ver nossa agenda e o acervo completo de lives, entrevistas, vídeo-aulas e textos.
Participe também de nossas redes sociais

Conheça e se inscreva no canal

Conversações Filosóficas

 
Lives, Entrevistas e Vídeo-aulas

Se inscreva!Conheça o Canal

Conteúdos

Gessiane Nazario é Doutora em educação (UFRJ). Bolsista Nota 10 da FAPERJ (2018-2019) . Mestre em Sociologia (PPGS/UFF). Graduação em Pedagogia (UFF). Professora da Rede Municipal em Armação dos Búzios. Tem experiência na área de pesquisa em Educação, com ênfase em Educação e Relações Étnico Raciais, Educação Quilombola e Sociologia da Educação, através dos seguintes Laboratórios: Laboratório de Estudos de Movimentos Sociais, Trabalho e Identidade (LEMSTI/UFF), vinculado ao departamento de sociologia da Universidade Federal Fluminense, grupo de pesquisa cadastrado no Cnpq; Laboratório de Pesquisa em Movimentos Sociais, Desigualdades e Diversidade de Corpo, Raça e Gênero (LADECORGEN/UFRJ) vinculado ao programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ. Integrante da Coordenação do Coletivo de Educação da CONAQ, do qual é membra fundadora. Live promovida em parceria com o PPGSCA (Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia) vinculado à UFAM (Universidade Federal do Amazonas).

Clique aqui para assistir ao vídeo completo.

O Núcleo de Estudos Sociais (Neps) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) realizará palestra com o tema “Paradigma da Complexidade”, a partir do pensamento de Edgar Morin, tendo como comunicador o Prof. Luiz Antonio Bogo Chies, Dr. em Sociologia pela UFRGS e docente da Universidade Católica de Pelotas. A atividade será híbrida, ocorrendo no dia 18/01/2023, podendo ser acompanhada pelo canal do YouTube Conversações Filosóficas e presencialmente no auditório da Faculdade de Direito. Aos que acompanharem presencialmente o evento serão certificados com 4h de carga horária.

Tássia Vianna é mestranda em filosofia pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formada em Filosofia pela UFF – Universidade Federal Fluminense. Pesquisadora em Filosofia Contemporânea, com enfoque na área da Fenomenologia. Tese de conclusão de curso desenvolvida a respeito do tema da possibilidade de superação do obstáculo do solipsismo através da dimensão do reconhecimento no existencialismo de Jean-Paul Sartre, tendo como objeto de pesquisa sua obra central “O Ser e o Nada”, publicada em 1943. Integrante do grupo de estudos na fenomenologia de Husserl realizado pela UFF. Atualmente pesquisando a recepção de Sartre da fenomenologia husserliana, com enfoque na crítica sartreana ao Ego Transcendental, tal como concebido por Husserl.

Gabriel Gurae é Doutor pelo Programa de Pós Graduação em Filosofia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com apoio da CAPES. Foi bolsista CAPES/PDSE (Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior ) na Université Paris 1 Pantheon-Sorbonne com coorientação internacional conduzida pelo Prof. Dr. Reanaud Barbaras. Mestre em Filosofia pela UFSCar, Graduado em Filosofia pela UNESP (Licenciatura e Bacharelado). É membro do GT Filosofia Francesa Contemporânea da ANPOF. Atua nas seguintes áreas e temas: existencialismo, fenomenologia, ontologia e subjetividade.

Thomaz Kawauche é Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2012). Pela mesma instituição, possui mestrado em Filosofia (2007), bacharelado em Filosofia (2005) e graduação em Engenharia Mecânica (1997). Colabora no Grupo Interdisciplinar de Pesquisa Jean-Jacques Rousseau (CNPq) com a atualização do levantamento bibliográfico ‘Rousseau no Brasil’. Na USP, foi membro da comissão dos Cadernos de Ética e Filosofia Política de 2006 a 2010. Possui experiência na área editorial como revisor de textos na Editora Humanitas, como revisor técnico do livro de Bento Prado Jr., A Retórica de Rousseau e Outros Ensaios (Cosac Naify, 2008), e como membro da equipe de tradução da Enciclopédia de Diderot e d’Alembert (Edunesp, 2015-2017). Foi pesquisador de pós-doutorado na USP com bolsa da Fapesp (2012-2013) e na UFSCar com bolsa da Capes (2017-2019). Foi ainda docente adjunto no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Sergipe (2013-2014), tendo atuado como professor permanente no Programa de Mestrado em Filosofia da mesma instituição. Entre julho de 2019 e julho de 2021, trabalhou na Universidade Federal de São Paulo como Professor Visitante no Departamento de Filosofia e no Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Atualmente, é docente credenciado no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de São Paulo.

Luiza Bello é Doutoranda em Filosofia do Programa de Pós-Graduação Lógica e Metafísica (PPGLM) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestra em Filosofia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Graduada em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Graduanda em Filosofia na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Atualmente, atua principalmente nos temas sobre pessoa, dignidade da pessoa humana, valores, personalismo ético e ética aplicada no interior da fenomenologia de Max Scheler. Ênfase em Ética e Filosofia do Direito. Advogada.

Murilo Seabra fez Graduação em Filosofia pela Universidade de Brasília (2002). Mestrado em Filosofia pela Universidade de Brasília (2011). Doutor em Filosofia pela La Trobe Universty (2018). Pesquisador honorário da La Trobe University (2019 em diante). Principais áreas de interesse: filosofia da linguagem, filosofia política, metafilosofia, pós-estruturalismo, pós-colonialismo, filosofia experimental, engenharia cultural, guerras híbridas. Textos publicados na Coluna Anpof Colonialismo Cognitivo https://anpof.org/comunicacoes/coluna-anpof/colonialismo-cognitivo-examinando-as-retinas-da-comunidade-brasileira-de-filosofia Engenharia do Saber: A Continuação da Guerra por Outros Meios https://www.anpof.org/comunicacoes/coluna-anpof/engenharia-do-saber-a-continuacao-da-guerra-por-outros-meios Psicopatas Unidos do Capitalismo https://anpof.org/comunicacoes/coluna-anpof/psicopatas-unidos-do-capitalismo Sociedade de Dois Pesos e Duas Medidas https://anpof.org/comunicacoes/coluna-anpof/sociedade-de-dois-pesos-e-duas-medidas O que Seria um Método de Leitura? https://anpof.org/comunicacoes/coluna-anpof/o-que-seria-um-metodo-de-leitura Livros Oftalmopolítica: Um Problema com a Visão da Filosofia https://www.amazon.com.br/Oftalmopol%C3%ADtica-Murilo-Seabra/dp/6586657784/ref=sr_1_1?keywords=murilo+seabra&qid=1670547968&sprefix=murilo%2Caps%2C607&sr=8-1&ufe=app_do%3Aamzn1.fos.6d798eae-cadf-45de-946a-f477d47705b9 Sobre a Leitura: Uma Análise Perceptopolítica https://www.amazon.com.br/Sobre-leitura-Murilo-Seabra/dp/6586657792/ref=sr_1_2?keywords=murilo+seabra&qid=1670547994&sprefix=murilo%2Caps%2C607&sr=8-2&ufe=app_do%3Aamzn1.fos.6d798eae-cadf-45de-946a-f477d47705b9

Manuel Cochole Paulo Gomane é Doutorando em Filosofia Contemporânea pela Universidade Federal Da Bahia ? Brasil (2018- 2022), Mestre (2016), Licenciado (2011) e Bacharel em Filosofia pela Universidade Pedagógica de Moçambique. Realizou estudos de mestrado [no regime de mobilidade acadêmica] em convênio com Universidade do Porto, Portugal (2015-2016), na especialidade de Filosofia Contemporâneo. Actualmente, é pesquisador e membro do Centro de Estudos Moçambicanos e Etnociências (CEMEC), e assistente Universitário no Departamento de Filosofia na Extensão de Maxixe (Inhambane, Moçambique). Nos últimos anos tem participado em diversos projectos de investigação em Filosofia, Género e Antropologia: tendo coordenado ao nível da delegação o projecto multicultural do Prof. José P. Castiano intitulado ?Modernizando Tradições ? Cultura e Desenvolvimento?. Em co-autoria coordenou o projecto ?Saber local gi-tonga entre o multi e interculturalismo na Maxixe: Experiência de lágrimas e sorrisos?; É membro do grupo do projecto de pesquisa antropológica do Centro Junod em Ricatla (Maputo, Moçambique); É membro do Grupo de Estudos Lusófonos da Universidade do Porto. 1. Disciplinas leccionadas como assistente. Ética, Estética, Introdução a Filosofia e Métodos de Estudos e Investigação Cientifica. Áreas de concentração: Filosofia Social, Ética Politica, Filosofia Contemporânea e Estudos Interculturas.

Luciano da Silva Façanha é Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal do Maranhão. Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é Bolsista de estímulo a produtividade em pesquisa da FAPEMA É docente do Departamento de Filosofia e do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade do Centro de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase no Pensamento do Século XVIII, atuando principalmente nos temas relacionados à estética do século XVIII, História da Filosofia Moderna, Iluminismo, Filosofia e Literatura, Belas-Letras e Belas-Artes. Integrante do Núcleo de sustentação do GT Rousseau e o Iluminismo da ANPOF (Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia). Membro da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII – ABES18. Coordena o Núcleo de Estudos do Pensamento Iluminista (NEPI) e é líder do Grupo de Estudo e Pesquisa Interdisciplinar Jean-Jacques Rousseau UFMA/FAPEMA/CNPq há 16 anos. O teatro é um grande instrumento de propagação de ideias, mas também, o teatro foi um objeto de inflamadas disputas no século XVIII, contudo, o nervo da querela ocorrida nesse período, corresponde a questão da função pedagógica da imitação teatral, que envereda pelo campo da filosofia, pois, acaba dividindo grandes autores, como D’Alembert, Diderot, Voltaire e Rousseau, que estão envolvidos, de uma forma ou de outra, no mesmo empreendimento que foi a Enciclopédia. Na Carta a d’Alembert sobre os espetáculos, Rousseau responde a questões que aparecem no verbete Genebra, publicado no volume VII da Enciclopédia. D’Alembert fazia uma defesa da comédia e dos comediantes, vistos como socialmente inferiores, ao mesmo tempo em que propunha montar uma companhia de teatro em Genebra, o que ajudaria a educar o gosto dos cidadãos. Retomava, assim, o papel do teatro a partir da opinião aristotélica de expurgação dos sentimentos de terror e piedade adaptando-os da tragédia para a comédia – papel esse, que Rousseau irá recusar de forma veemente, isto é, a ideia de que os espetáculos expurgam os vícios dos homens e os educam para as virtudes. D’Alembert sugere montar uma companhia de teatro em Genebra, considerando que através de espetáculos decentes, seria possível educar o gosto dos cidadãos dessa nação específica e quiçá influenciar toda a Europa numa possível reforma no que se refere à arte, despertando as nações para uma delicadeza de sentimento que resultaria em bons costumes sociais. Contudo, para Rousseau o objetivo principal dos espetáculos teatrais era o de agradar e entreter, e, segundo o filósofo o teatro em geral é um quadro das paixões humanas. Apesar de atestar que o homem é uno, Rousseau nos lembra que esse homem uno, vai sendo modificado pelas religiões, pelos governos, pelos costumes, leis, preconceitos, climas, etc. E, entre si, os homens tendem a se tornar diferentes a depender da época e do lugar em que vivem. Como então o mesmo espetáculo poderá agradar e entreter, educar e divertir, todas as civilizações? É a pergunta que Rousseau faz, ao que nos responde dizendo que à cada povo, as espécies de espetáculos vão se adequando conforme os gostos diversos das nações, os seus hábitos e costumes. E é baseado nessa observação que o filósofo, diferentemente de d’Alembert, não atribui ao teatro o poder de modificar os sentimentos e costumes, mas antes, reproduzi-los, e, com algum esforço, enfeitá-los. Portanto, a crítica de Rousseau a essa arte de agradar tão perniciosa, execrada na figura do teatro francês da época, na visão do filósofo, sustentava indiretamente o modelo político aristocrático vigente.

Elizia Cristina Ferreira aua como capoeirista-filósofa. Integrante do coletivo “Chamada de Mulher”, do grupo Nzinga de Capoeira Angola e do Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e de Tradições Educativas Banto no Brasil. Professora do Instituto de Humanidades e Letras – Unilab – Malês, doutora em filosofia (UFSC), coordena o “AnDanças – programa de pesquisa e extensão em arte, filosofia e cultura”. Pesquisa filosofia e manifestações populares através das práticas corporais e também como inspiração para criação de performances e metodologias experimentais. É membra da ALAFI – Associação Latino-americana de Filosofia Intercultural e do do grupo de pesquisa em “Geofilosofia e performances do pensamento”.

Verônica Daniela Navarro é doutoranda em artes cênicas na Universidade Federal da Bahia. Mestra em dança e especialista em estudos contemporâneos em dança pela Universidade Federal da Bahia. Licenciada em arte pela Unigrande Fortaleza. Bacharel em serviço Social pela Universidad Nacional de Córdoba Argentina. Realizou complementação pedagógica no Instituto Educativo Carlos Maria Carena. Cordoba Argentina. A nível profissional conta com experiência em docência, pesquisa, produção, e gestão de projetos culturais e educativos. Atua como artista da cena desde 1998, principalmente em grupos de danças populares latino-americanas de Argentina e Brasil. Forma parte dos grupos de pesquisa Umbigada na Escola de Dança da UFBA, AnDanças na UNILAB e do NuCus Cultura e Sexualidade da UFBA. Se interessa pelos temas arte cênicas, dança, cultura popular, gênero e diversidades, questões étnico-raciais e estudos culturais.

Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
Canal do YouTube
Instagram
Facebook
Twitter
Distribuição RSS