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Alianna Cardoso é Doutoranda em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)- linha de pesquisa FUNDAMENTAÇÃO E CRÍTICA DA MORAL – PROJETO DE TESE submetido (abril-2018) com o título “O PROBLEMA DA LIBERDADE EM NIETZSCHE E NA NEUROCIÊNCIA: Contribuições para a Crítica ao Livre-Arbítrio no Direito Penal Brasileiro”; MESTRANDA em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – linha de pesquisa DIREITOS HUMANOS E FUNDAMENTAIS, PROJETO DE DISSERTAÇÃO submetido na seleção com o título “UMA CRÍTICA AO LIVRE-ARBÍTRIO A PARTIR DO MÉTODO GENEALÓGICO E OS INFLUXOS DA NEUROCIÊNCIA E DA FILOSOFIA PARA UMA NOVA TEORIA DA CULPABILIDADE: LIBERDADE COMO DIREITO INDISPONÍVEL”; MESTRE em filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – linha de pesquisa FILOSOFIA SOCIAL – dissertação apresentada com o título “UMA ANÁLISE GENEALÓGICA DO DIREITO E DA PENA DE PRISÃO A PARTIR DA FILOSOFIA DE FRIEDRICH NIETZSCHE”; Autora do Livro homônimo à dissertação, publicado pela Editora Fi (Porto Alegre/RS – ISBN 978-85-5696-101-3); Especialização em andamento em psicologia jurídica pela Universidade Cândido Mendes (UCAM); bolsista pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES (2017-2018); Advogada com registro na Ordem dos Advogados do Brasil OAB/MT 17.027, servidora efetiva dos quadros do sistema socioeducativo da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH/MT, bacharel em direito pela Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT. Atua nas áreas de Direito Penal, criminologia, Direitos Humanos, com ênfase em filosofia dos Direitos, filosofia social, crítica à moral e Teoria do Direito.


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O perspectivismo de Nietzsche para uma transdisciplinaridade do direito: o método genealógico e o direito penal (link na bio) ⠀ Live com Alianna Cardoso ⠀ Alianna Cardoso é Doutoranda em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)- linha de pesquisa FUNDAMENTAÇÃO E CRÍTICA DA MORAL – PROJETO DE TESE submetido (abril-2018) com o título "O PROBLEMA DA LIBERDADE EM NIETZSCHE E NA NEUROCIÊNCIA: Contribuições para a Crítica ao Livre-Arbítrio no Direito Penal Brasileiro"; MESTRANDA em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – linha de pesquisa DIREITOS HUMANOS E FUNDAMENTAIS, PROJETO DE DISSERTAÇÃO submetido na seleção com o título "UMA CRÍTICA AO LIVRE-ARBÍTRIO A PARTIR DO MÉTODO GENEALÓGICO E OS INFLUXOS DA NEUROCIÊNCIA E DA FILOSOFIA PARA UMA NOVA TEORIA DA CULPABILIDADE: LIBERDADE COMO DIREITO INDISPONÍVEL"; MESTRE em filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – linha de pesquisa FILOSOFIA SOCIAL – dissertação apresentada com o título "UMA ANÁLISE GENEALÓGICA DO DIREITO E DA PENA DE PRISÃO A PARTIR DA FILOSOFIA DE FRIEDRICH NIETZSCHE"; Autora do Livro homônimo à dissertação, publicado pela Editora Fi (Porto Alegre/RS – ISBN 978-85-5696-101-3); Especialização em andamento em psicologia jurídica pela Universidade Cândido Mendes (UCAM); bolsista pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES (2017-2018); Advogada com registro na Ordem dos Advogados do Brasil OAB/MT 17.027, servidora efetiva dos quadros do sistema socioeducativo da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH/MT, bacharel em direito pela Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT. Atua nas áreas de Direito Penal, criminologia, Direitos Humanos, com ênfase em filosofia dos Direitos, filosofia social, crítica à moral e Teoria do Direito. ⠀ ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #nietzsche #direito #penal #punição #filosofia #filosofiadodireito #genealogia #ufpel #moral #caiosouto #conversacoesfilosofias

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Nesta entrevista, conversamos inicialmente sobre o negacionismo científico e a importância de uma pedagogia científica para que a população possa ter um mínimo acesso às produções e às pesquisas sérias que envolvem questões que concernem a todos nós e ao mundo em que vivemos. Também falamos sobre as relações de força estabelecidas por grandes grupos que são contrários à produção científica. Foi tema ainda a questão do clima e as condições atuais do assim chamado Antropoceno. Por fim, discutimos possíveis alianças entre o pensamento científico contemporâneo ocidental e o pensamento indígena de autores como Krenak, Kopenawa, entre outros.

Alexandre Araújo Costa é Bacharel em Física pela Universidade Federal do Ceará (1992), Mestre em Física pela Universidade Federal do Ceará (1995), Doutor em Ciências Atmosféricas pela Colorado State University (2000), com Pós-Doutorado pela Universidade de Yale (2004-2005). Fui Gerente do Departamento de Meteorologia e Oceanografia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (2005-2008) e atualmente sou Professor Titular da Universidade Estadual do Ceará. Tenho atuado principalmente nos seguintes temas: Microfísica e Macrofísica de Nuvens, Modelagem Atmosférica, Climatologia Física, Mudanças Climáticas e Meteorologia Aplicada. Publiquei mais de 40 artigos em periódicos científicos com revisor e mais de uma centena de trabalhos completos em anais de eventos científicos. Colaborei com o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas em seu Primeiro Relatório de Avaliação Nacional (RAN) como autor principal. No entanto, mais do que uma produtividade acadêmica contabilizada nestes números e títulos, considero fundamental que pensemos sobre que ciência desenvolvemos e a serviço de quem ela se coloca. Num contexto de crise ecológica e profundo fosso social, os avanços científicos devem, inequivocamente, se colocar a serviço da defesa da vida, do equilíbrio ambiental e climático e do combate às injustiças em nossa sociedade.

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Podemos sonhar com um futuro no Antropoceno? Entrevista com o climatologista Alexandre Araújo Costa (link na bio) ⠀ Conversamos inicialmente sobre o negacionismo científico e a importância de uma pedagogia científica para que a população possa ter um mínimo acesso às produções e às pesquisas sérias que envolvem questões que concernem a todos nós e ao mundo em que vivemos. Também falamos sobre as relações de força estabelecidas por grandes grupos que são contrários à produção científica. Foi tema ainda a questão do clima e as condições atuais do assim chamado Antropoceno. Por fim, discutimos possíveis alianças entre o pensamento científico contemporâneo ocidental e o pensamento indígena de autores como Krenak, Kopenawa, entre outros. ⠀ Alexandre Araújo Costa é Bacharel em Física pela Universidade Federal do Ceará (1992), Mestre em Física pela Universidade Federal do Ceará (1995), Doutor em Ciências Atmosféricas pela Colorado State University (2000), com Pós-Doutorado pela Universidade de Yale (2004-2005) e Professor Titular da Universidade Estadual do Ceará. Atua sobretudo nos seguintes temas: Microfísica e Macrofísica de Nuvens, Modelagem Atmosférica, Climatologia Física, Mudanças Climáticas e Meteorologia Aplicada. Num contexto de crise ecológica e profundo fosso social, os avanços científicos devem, inequivocamente, se colocar a serviço da defesa da vida, do equilíbrio ambiental e climático e do combate às injustiças em nossa sociedade. ⠀ Links: http://oquevocefariasesoubesse.blogspot.com/ https://www.youtube.com/channel/UCxgRxPTCZqeB6Rx_VKvVN6A ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #climatologia #física #antropoceno #ciência #saber #conhecimento #mudanças #climáticas #negacionismo #filosofia #equilíbrio #ambiental #meioambiente #epistemologia #chuva #crise #ecologia #transformação #microfísica #derretimento #geleiras #previsão #pensamentoameríndio #krenak #kopenawa #quedadoceu #fimdomundo #antropoceno #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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Monica Nogueira Silva possui graduação em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula (1984). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Esquizoanálise. Após realizar estágios na Clínica La Borde na França, sob a supervisão de Felix Guattari e na Escola de Bonneiul-Sur-Marne sob supervisão de Maud Mannoni e Marie-José Richer Leres desenvolveu vários trabalhos incluindo palestras, seminários internacionais, cursos e hoje desenvolve prática clínica (há 11 anos) no município de Paty do Alferes que envolve oficinas terapeuticas e atendimento individual e em grupo em consultório de Psicologia em unidades do SUS.

Marcos Nalli possui Graduação em Filosofia – Faculdades Associadas Ipiranga (1991), Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2000), Doutorado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (2003), e Pós-Doutorado no Centre de Recherche Historique ? École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris ? França, com o apoio financeiro da Capes (processo 0606/07-3), na área de Epistemologia, com um projeto sobre as demarcações epistemológicas das nanotecnologias. Atualmente é professor Associado da Universidade Estadual de Londrina, e docente do Mestrado em Filosofia da UEL. Desenvolveu pesquisas apoiadas financeiramente sobre Nanotecnologia [CNPq, processo400778/04, entre 2004 e 2006] e sobre Foucault [Fundação Araucária, do Paraná,Chamada Pública 06/2003, protocolo 5254, anos 2005-2007; Chamada Pública 02/2006, protocolo 9536, anos 2007-2011; e CNPq, processo 400544/2011-3, desde 2011]. Publicou um livro [Foucault e a Fenomenologia. (ISBN 85-15-03395-X). São Paulo: Loyola, 2006], organizou dois livros [Michel Foucault em múltiplas perspectivas (ISBN 978-85-7216-638-622), Londrina: EDUEL, com apoio financeiro da Fundação Araucária, e Foucault: Desdobramentos (ISBN 978-85-5130-078-70, Belo Horizonte: Autêntica] e vários artigos em periódicos especializados e capítulos de livro. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia Contemporânea, atuando (pesquisa, ensino, orientação e publicação) principalmente nos seguintes temas: Foucault (arqueologia e genealogia, biopolítica, as relações entre saber e poder, subjetivação ética; e sua interface com a fenomenologia, especialmente a de Husserl); e nutre especial interesse por História das Ciências, numa perspectiva foucaultiana, a partir de temas como nanotecnologia, biotecnologia, genética e eugenia. orcid.org/0000-0001-6476-1472 ResearcherID: N-2987-2017.


Nesta conversa, a atriz e mestranda em filosofia Bruna Testi conta sobre sua pesquisa em torno do teatro como instrumento de transformação a partir da obra de Bertold Brecht e da leitura que lhe faz Walter Benjamin. Foram discutidos também temas relativos à relação entre a dramaturgia moderna e a tradição, além da relação com o Brasil na contemporaneidade.

Bruna Testi é Mestranda em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense, escritora e atriz de coletivo independente.



Nesta entrevista, Paulo Petronílio aborda as relações que estabeleceu ao longo de suas pesquisas entre a filosofia (especialmente a de Gilles Deleuze), a literatura (especialmente a de Guimarães Rosa) e as religiões de matriz africana (especialmente o candomblé).

Paulo Petronílio é filósofo, Phd em Performances Culturais, Doutor pela UFRGS. Professor Adjunto IV de Filosofia na UnB. Atuou no Programa Interdisciplinar em Performances Culturais da UFG e atuou no PPGCEN/UnB. É autor dos livros Performances na encruzilhada: estética e aprendizagem no candomblé, Corpo, Estética, Diferença e ouras performances nômades, Pedagogia Trágica: um pensar humano demasiado humano na Educação, Gilles Deleuze e as dobras do sertão, entre outros. Organizou o livro Performances da Cultura : ensaios e diálogos. Atualmente estuda Corpo, Gênero, Estéticas do trágico, questões étnico-raciais, vidas na fronteira, entre lugares e marcadores sociais da Diferença na cena, nas narrativas, nas artes e nas culturas. O filósofo trabalha com autores de inspiração nietzschiana e pós- estruturalistas: Foucault, Deleuze – Guattari, Derrida, Butler, Preciado e outras Multidões. Experimenta as Filosofias da Diferença, o pensamento diaspórico e pós-colonial nas performances culturais. Estuda também os saberes estéticos da cultura afro-brasileira. Desse modo, o filósofo percorre o nada familiar, a esquizocenia, o que embaralha, o que vai na contra corrente da representação clássica, o que provoca o desconforto, o estranho, o nômade, o devir, o caótico, o que não é e nunca será, o mal dito, o malvisto em Performances e outras danças que ainda estão por vir.


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As dobras do sertão: entre Guimarães Rosa e Gilles Deleuze. Entrevista com Paulo Petronílio (link na bio) ⠀ Nesta entrevista, Paulo Petronílio aborda as relações que estabeleceu ao longo de suas pesquisas entre a filosofia (especialmente a de Gilles Deleuze), a literatura (especialmente a de Guimarães Rosa) e as religiões de matriz africana (especialmente o candomblé). ⠀ Paulo Petronílio é filósofo, Phd em Performances Culturais, Doutor pela UFRGS. Professor Adjunto IV de Filosofia na UnB. Atuou no Programa Interdisciplinar em Performances Culturais da UFG e atuou no PPGCEN/UnB. É autor dos livros ?Performances na encruzilhada: estética e aprendizagem no candomblé? e ?Corpo, Estética, Diferença e ouras performances nômades?, ?Pedagogia Trágica: um pensar humano demasiado humano na Educação, Gilles Deleuze e as dobras do sertão? e outros. Organizou o livro Performances da Cultura: ensaios e diálogos. Atualmente estuda Corpo, Gênero, Estéticas do trágico, questões étnico-raciais, vidas na fronteira, entre lugares e marcadores sociais da Diferença na cena, nas narrativas, nas artes e nas culturas. O filósofo trabalha com autores de inspiração nietzschiana e pós- estruturalistas: Foucault, Deleuze – Guattari, Derrida, Butler, Preciado e outras Multidões. Experimenta as Filosofias da Diferença, o pensamento diaspórico e pós-colonial nas performances culturais. Estuda também os saberes estéticos da cultura afro-brasileira. Desse modo, o filósofo percorre o nada familiar, a esquizocenia, o que embaralha, o que vai na contra corrente da representação clássica, o que provoca o desconforto, o estranho, o nômade, o devir, o caótico, o que não é e nunca será, o mal dito, o malvisto em Performances e outras danças que ainda estão por vir. ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #sertão #literatura #filosofia #guimarãesrosa #deleuze #dobra #leibniz #foucault #lispector #centrooeste #brasília #brasil #unb #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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Nesta conversa, Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes fez uma didática exposição de diversos aspectos da obra de E.M. Cioran, filósofo romeno de expressão francesa (bilíngue) do século XX. O entrevistado é o criador do Portal E.M. Cioran Brasil (link abaixo).

Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes é Bacharel em Publicidade e Propaganda pela FAAP (1998-2003), bacharel em Filosofia pela PUC-SP (2003-2009), mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP (2004-2007) e doutor em Filosofia (2012-2016) pela PUC-SP. Suas pesquisas se concentram nos temas do pessimismo filosófico, filosofia trágica, ceticismo e niilismo, a partir da obra do filósofo romeno de expressão francesa Emil Cioran (1911-1995).

Link para o Portal E.M. Cioran.

Neste link, o entrevistado disponibiliza o PDF com o material citado na conversa.


Pesquisadora de Pós-doutorado do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) com a pesquisa “Ética, liberdade e alteridade na filosofia de Simone de Beauvoir”. Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo na área de Historia da Filosofia. Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP na área de Filosofia da Mente, Epistemologia e Lógica. Licenciada em Filosofia e Bacharela em Filosofia também pela Universidade Estadual Paulista – UNESP. Docente de Filosofia da Faculdade Cásper Líbero e da Rede Estadual de Educação de São Paulo. Pesquisadora com ênfase em História da Filosofia e Filosofia Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: sujeito, natureza, ontologia, fenomenologia, problema mente-corpo, ética e moral, ética animal e informacional, especismo, feminismo e politica sindical. Autora do livro “Corpo e Consciência: Merleau-Ponty crítico de Descartes”.

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