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#159 – As dobras do sertão: entre Guimarães Rosa e Gilles Deleuze | Entrevista com Paulo Petronílio

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Nesta entrevista, Paulo Petronílio aborda as relações que estabeleceu ao longo de suas pesquisas entre a filosofia (especialmente a de Gilles Deleuze), a literatura (especialmente a de Guimarães Rosa) e as religiões de matriz africana (especialmente o candomblé).

Paulo Petronílio é filósofo, Phd em Performances Culturais, Doutor pela UFRGS. Professor Adjunto IV de Filosofia na UnB. Atuou no Programa Interdisciplinar em Performances Culturais da UFG e atuou no PPGCEN/UnB. É autor dos livros Performances na encruzilhada: estética e aprendizagem no candomblé, Corpo, Estética, Diferença e ouras performances nômades, Pedagogia Trágica: um pensar humano demasiado humano na Educação, Gilles Deleuze e as dobras do sertão, entre outros. Organizou o livro Performances da Cultura : ensaios e diálogos. Atualmente estuda Corpo, Gênero, Estéticas do trágico, questões étnico-raciais, vidas na fronteira, entre lugares e marcadores sociais da Diferença na cena, nas narrativas, nas artes e nas culturas. O filósofo trabalha com autores de inspiração nietzschiana e pós- estruturalistas: Foucault, Deleuze – Guattari, Derrida, Butler, Preciado e outras Multidões. Experimenta as Filosofias da Diferença, o pensamento diaspórico e pós-colonial nas performances culturais. Estuda também os saberes estéticos da cultura afro-brasileira. Desse modo, o filósofo percorre o nada familiar, a esquizocenia, o que embaralha, o que vai na contra corrente da representação clássica, o que provoca o desconforto, o estranho, o nômade, o devir, o caótico, o que não é e nunca será, o mal dito, o malvisto em Performances e outras danças que ainda estão por vir.


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As dobras do sertão: entre Guimarães Rosa e Gilles Deleuze. Entrevista com Paulo Petronílio (link na bio) ⠀ Nesta entrevista, Paulo Petronílio aborda as relações que estabeleceu ao longo de suas pesquisas entre a filosofia (especialmente a de Gilles Deleuze), a literatura (especialmente a de Guimarães Rosa) e as religiões de matriz africana (especialmente o candomblé). ⠀ Paulo Petronílio é filósofo, Phd em Performances Culturais, Doutor pela UFRGS. Professor Adjunto IV de Filosofia na UnB. Atuou no Programa Interdisciplinar em Performances Culturais da UFG e atuou no PPGCEN/UnB. É autor dos livros ?Performances na encruzilhada: estética e aprendizagem no candomblé? e ?Corpo, Estética, Diferença e ouras performances nômades?, ?Pedagogia Trágica: um pensar humano demasiado humano na Educação, Gilles Deleuze e as dobras do sertão? e outros. Organizou o livro Performances da Cultura: ensaios e diálogos. Atualmente estuda Corpo, Gênero, Estéticas do trágico, questões étnico-raciais, vidas na fronteira, entre lugares e marcadores sociais da Diferença na cena, nas narrativas, nas artes e nas culturas. O filósofo trabalha com autores de inspiração nietzschiana e pós- estruturalistas: Foucault, Deleuze – Guattari, Derrida, Butler, Preciado e outras Multidões. Experimenta as Filosofias da Diferença, o pensamento diaspórico e pós-colonial nas performances culturais. Estuda também os saberes estéticos da cultura afro-brasileira. Desse modo, o filósofo percorre o nada familiar, a esquizocenia, o que embaralha, o que vai na contra corrente da representação clássica, o que provoca o desconforto, o estranho, o nômade, o devir, o caótico, o que não é e nunca será, o mal dito, o malvisto em Performances e outras danças que ainda estão por vir. ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #sertão #literatura #filosofia #guimarãesrosa #deleuze #dobra #leibniz #foucault #lispector #centrooeste #brasília #brasil #unb #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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