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Conteúdos

Iniciando sua fala a respeito de sua pesquisa atual, envolvendo as obras de Hesíodo e Aristófanes (dois poetas da Grécia Antiga), a conversa envereda em seguida para discussões a respeito do pensamento filosófico de Platão, especialmente sobre sua crítica à poesia tal como exposta n´A República. Também discutimos um pouco o debate acerca da origem helênica da filosofia, e outras hipóteses e perspectivas possíveis. Falamos ainda da questão do desenvolvimento da filosofia no Brasil e em suas regiões e de temas relacionados ao feminismo e ao desequilíbrio de gênero da filosofia acadêmica nacional.

Camila Prado é Bacharel em Filosofia pela UFRJ (2004), mestre em Filosofia pela UFRJ (2008) e doutora em Filosofia pela UFMG (2013), pós-doutora em Filosofia pela Universidad de Buenos Aires. Professora dos Cursos de Licenciatura e Bacharelado em Filosofia. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Antiga e Filosofia e Literatura, dedicando-se principalmente aos seguintes temas: filosofia como diálogo; a tradição poética na filosofia de Platão; e a relação parte-todo. Atualmente realiza pós-doutorado na Universidade de Coimbra.

Qual o papel de saberes como o esoterismo, o ocultismo, a astrologia e mesmo o das religiões pagãs na obra de Fernando Pessoa. Este foi o principal assunto dessa conversa com Luciano de Souza. Conversamos ainda sobre António Mora, a personalidade heteronímica criada por Pessoa que se apresenta como filósofo e que possui uma teoria filosófica a respeito do neo-paganismo. Também abordamos a obra Fausto (incompleta) de Pessoa e sua (não-)inserção na “tradição fáustica” da literatura ocidental. Por fim, abordamos brevemente alguns autores brasileiros, como Cruz e Sousa, Murilo Mendes e Guimarães Rosa.

Luciano de Souza é mestre e doutor em literatura portuguesa pela Universidade de São Paulo – USP – e graduado em letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – UPM. Luciano tem se dedicado, desde o início de sua vida acadêmica, a investigar as manifestações do satânico na literatura, com isso estabelecendo um diálogo entre diferentes escolas e épocas literárias.

Publicações de Luciano podem ser encontradas neste link.

Esta entrevista se motivou por 3 perguntas principais: 1) No contexto histórico do autoritarismo brasileiro, qual é a singularidade do momento atual com a eleição de Jair Bolsonaro? 2) Em que sentido podem ser compreendidos os efeitos da ascensão do fundamentalismo neopentecostal e o declínio da igreja católica na compreensão do poder teológico-político no Brasil, tais como exeperimentados nas últimas décadas? 3) Por que não se deve perder de vista, para além das análises microfísicas (igualmente relevantes), também uma “macrofísica do poder”? Quanto a esta última questão, Roberto Romano oferece uma leitura histórica de três tradições do pensamento político contemporâneo (que possuem herança nos pensamento de Comte, de Marx e de Weber), às quais vem acrescentar uma outra: a de Elias Canetti (exposta em livros como “Massa e poder”), em relação com o pensamento de Claude Lefort, linha que é apresentada pelo entrevistado de um modo instigante e original.

Roberto Romano possui Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1973) e Doutorado em Filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1978). Atualmente, é professor Titular Aposentado da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Ética e Política, além de História da Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: ética, democracia, ciência politica, crise universitária, crise politica, religião e universidade pública.

Um dos mais notáveis pensadores contemporâneos, o sul-coreano Byung-Chul Han, oferece novas chaves de leitura sobre nossa atual situação política, social, cultural e sanitária. Gabriel Bonesi tem como objeto de pesquisa e o pensamento desse autor, e traz para nós uma reflexão sobre temas que nos tocam diretamente, como o papel das redes sociais em nossas vidas numa dimensão que denomina como psico-política. Também abordamos nesta entrevista a importância do ensino de filosofia, não somente como reflexão crítica, mas também numa dimensão prática, ética e política.

Gabriel Bonesi atualmente é pesquisador de doutorado do programa de pós graduação em Filosofia, pela Universidade Federal do Paraná, sob orientação do Prof. Dr. André de Macedo Duarte. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Estadual de Londrina (2011), graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2011), especialização em Direito Constitucional pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (2013) e mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual de Londrina (2018). Tem experiência na área de Filosofia com ênfase em Filosofia Política, Fenomenologia e Ontologia. Tem interesse nos seguintes temas e autores: psicopolítica; revolução digital e relações digitais; técnica; Byung-Chul Han; Preciado; Heidegger e Foucault. Atua também como advogado desde 2011.

Uma das principais temáticas pesquisadas por Léa Silveira é a relação entre a psicanálise e o feminismo. De uma forma bastante didática, ela explora essa relação passando por diversos autores e autoras que ampliam a compreensão desse debate. Também foi discutido o tema do “lugar de fala”, numa abordagem bastante original. Por fim, falamos dos projetos recentes das “Filósofas na rede” e da “Rede brasileira das mulheres filósofas”, e da sua relevância no cenário filosófico atual.

Léa Silveira é professora de Filosofia (graduação e pós-graduação) da Universidade Federal de Lavras, tendo participado da criação do Curso de Licenciatura em Filosofia e do Departamento de Ciências Humanas nesta instituição. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará, mestrado em Filosofia e Metodologia das Ciências e doutorado em Filosofia, ambos pela Universidade Federal de São Carlos, e aperfeiçoamento em estágio de doutorado pela Université Paris VII – Denis Diderot. Membro do núcleo de sustentação do GT de Filosofia e Psicanálise da ANPOF, do qual participa desde sua fundação em 2002. Membro do comitê executivo da International Society of Psychoanalysis and Philosophy (SIPP). Membro do Grupo de Pesquisa em Filosofia e Psicanálise da Universidade Federal de São Carlos. Atua como assessora ad hoc para a Fapesp desde 2011. Foi membro da comissão Qualis livros (Capes) da área de Filosofia no ano de 2017.

Link para textos da autora.

Link para o canal “Rede Brasileira das Mulheres Filósofas”.

Link para o canal “Filósofas na Rede”.

Com uma obra que transita entre a música eletroacústica, a programação e a arte gráfica, Rafa Diniz nos conta um pouco sobre suas influências, sobre como pensa a música contemporânea e outros assuntos envolvendo as relações entre música, filosofia, as demais artes e o pensamento.

Rafa Diniz, natural de Crato/CE, iniciou formalmente seus estudos em composição musical na cidade de João Pessoa no ano de 2007. Morou na capital paraibana até 2017, onde concluiu a graduação e o mestrado em composição. Durante tal percurso, o compositor se dedicou mais fortemente à música eletroacústica e eletrônica. Posteriormente, adentrou-se nas estéticas audiovisuais, aprofundando seus estudos em linguagens de programação nas quais combina síntese de imagem e som em tempo real, arte generativa entre outras vertentes. Entre 2014 e 2017, atuou como compositor e performer no projeto de música experimental Artesanato Furioso. Recentemente participou das exposições coletivas PANAPANÁ (2018) e à Nordeste (2019) com o coletivo ORA. Em janeiro de 2020 foi premiado pelo Festival do Minuto e confirmado como atração no FILE (Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas). Atualmente, também tem ministrado aulas de arte computacional (creative code).

Para conhecer as suas obras, o artista disponibiliza o seu Instagram e seus canais no Youtube e no Vimeo.

Nesta entrevista, Luciano Donizetti da Silva aborda alguns temas caros à filosofia sartriana e ao existencialismo em sua relação com o tema da “situação” na qual o sujeito humano está inserido. Também conversamos sobre o estatuto da filosofia no Brasil e temas relacionados à docência, ao papel da universidade público e os limites do ensino à distância.

Luciano Donizetti da Silva possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1999), mestrado em História da Filosofia Moderna e Contemporânea pela Universidade Federal do Paraná (2002) e doutorado em História da Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (2006). Realizou estágio pós-doutoral na Universidade Lyon 3 – Jean Moulin (2016). Atualmente é professor de Filosofia na Universidade Federal de Juiz de Fora, MG, no Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Contemporânea Francesa, atuando principalmente nos seguintes temas: Fenomenologia (Husserl); Fenomenologia e Ontologia (Husserl-Heidegger); Ontologia e Existência (Husserl-Heidegger-Sartre-Merleau-Ponty); Herança existencialista (autores franceses recentes).

Principais obras do autor: Ética e Liberdade em Sartre. Da Negação da Infância ao Homem Infantilizado.

A Filosofia de Sartre Entre a Liberdade e a Historia.

“Colonialismo e liberdade na filosofia de Sartre: o existencialismo meio século depois”, publicado no livro ” Sartre e a política”, Editoras Via Verita e PUC-Rio , 2019.

Revolução estética – a livre invenção de espaços de liberdade.

Nas áreas onde o governo não atua, somente as próprias comunidades, quando organizadas, é que podem contribuir para o fortalecimento da luta pela sobrevivência.

Residente no bairro de Congós, em Macapá/AP, Izam Cabrero é militante em movimentos sociais tais como o CASP (Centro de Atendimento Social da Periferia), o Projeto Zerão, Projeto da 12a do Congós contra o corona vírus, o Amapá Solidário, a CUFA (Central Única das Favelas) e o projeto Mães na Favela. Nesta entrevista, ele conta sobre algumas das práticas envolvidas nessas frentes de luta, sobretudo no contexto de pandemia de COVID-19.

Com uma militância nos movimentos sociais e sindicais na área dos trabalhadores da educação há 23 anos, Expedito Saraiva da Cruz elabora como vê a desunião da classe e também os desafios a serem enfrentados para que se supere essa dificuldade de união. Expedito Saraiva da Cruz é professor de história em Juazeiro do Norte/CE e ativista de movimentos sociais e sindicais.

Expoente do simbolismo literário brasileiro, João da Cruz e Sousa é tema da pesquisa de Luciano Domingos, que também prepara um livro de reflexões sobre o tempo, a partir da filosofia de Gilles Deleuze.

Luciano Domingos possui graduação em Letras – Língua Portuguesa\Literatura pela Fundação Educacional Rosemar Pimentel FERP\UGB (2005). Possui Graduação em Filosofia pela Faculdade Entre Rios do Piuí (2015). Possui Aperfeiçoamento/Especialização em pós-graduação em filosofia pela – Universidade de Barra mansa-UBM; Orientador: Rogério Luis da Rocha Seixas; Monografia: Filosofia: Ideologia, Guerra e Poder nos Efeitos do Discurso; 2014; Possui certificado de participação durante a IV Semana de Pós-Graduação em Filosofia dos alunos do PPGFIL-UFRRJ, realizada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, campus Seropédica, entre os dias 25 e 28 de setembro de 2017, com a comunicação intitulada ” Caos e Pensamento em Gilles Deleuze”. Atualmente é docente II da Prefeitura Municipal de Angra dos Reis-RJ.

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