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Esta conversa se guiou por dois eixos principais. Primeiramente, discutimos alguns temas em Kant, como sobretudo a forma como o autor compreende a religião, a história e o cosmopolitismo. Em seguida, abordamos as relações entre filosofia e sociedade, tendo em vista a longa atuação de Zilmara de Jesus junto ao Fórum do Maranhão, que propõem um diálogo entre a produção acadêmica e a sociedade num contexto mais amplo.

Zilmara de Jesus possui Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2013), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (2001) e graduação em Filosofia Licenciatura pela Universidade Federal do Maranhão (1993). Professora DE, Associada I, do Depto. de Filosofia da Universidade Federal do Maranhão. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFMA – PGCult/UFMA, vinculada à linha de pesquisa Expressões e Processos Socioculturais e Coordenadora do referido Programa. Presidente do Fórum Maranhense em Defesa da Filosofia. Pesquisadora de produtividade da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA).Coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa Interdisciplinar em Kant (GEPI-KANT/UFMA/CNPq). Tem experiência na área de Filosofia Moderna, atuando principalmente no seguinte tema: iluminismo: cultura e sociedade. Linhas de pesquisa: Filosofia da história, ética e política. Trata da filosofia da história, de modo particular, da filosofia da história no pensamento kantiano, investigando suas múltiplas relações com a ética, com a política, com a religião e com a educação.


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Kant: religião, razão e cosmopolitismo | Entrevista com Zilmara de Jesus (link na bio) ⠀ Esta conversa se guiou por dois eixos principais. Primeiramente, discutimos alguns temas em Kant, como sobretudo a forma como o autor compreende a religião, a história e o cosmopolitismo. Em seguida, abordamos as relações entre filosofia e sociedade, tendo em vista a longa atuação de Zilmara de Jesus junto ao Fórum do Maranhão, que propõem um diálogo entre a produção acadêmica e a sociedade num contexto mais amplo. Zilmara de Jesus possui Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2013), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (2001) e graduação em Filosofia Licenciatura pela Universidade Federal do Maranhão (1993). Professora DE, Associada I, do Depto. de Filosofia da Universidade Federal do Maranhão. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFMA – PGCult/UFMA, vinculada à linha de pesquisa Expressões e Processos Socioculturais e Coordenadora do referido Programa. Presidente do Fórum Maranhense em Defesa da Filosofia. Pesquisadora de produtividade da FAPEMA.Coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa Interdisciplinar em Kant. Tem experiência na área de Filosofia Moderna, atuando principalmente no seguinte tema: iluminismo: cultura e sociedade. Linhas de pesquisa: Filosofia da história, ética e política. Trata da filosofia da história, de modo particular, da filosofia da história no pensamento kantiano, investigando suas múltiplas relações com a ética, com a política, com a religião e com a educação ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #emcasa #kant #religião #iluminismo #esclarecimento #razão #racionalidade #autonomia #heteronomia #cosmopolitismo #direito #moral #imperativocategórico #maranhão #fórum #debates #diversidade #multiplicidade #universalidade #história #cidadania #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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Rodrigo Gonsalves é psicanalista. Graduado em Psicologia (2011) e Filosofia (2008). Mestre em Filosofia pela European Graduate School (EGS) na Suíça. Doutorando (PhD) pela European Graduate School (EGS) em Filosofia, Teoria Crítica e Artes, sob a supervisão de Alenka Zupančič e Mladen Dolar. Co-autor da obra Combate à Vontade de Potência (Annablumme, 2016) e autor do capítulo Etnicidade e Classe para o Manual de Etnicidade (Palgrave MacMillan, 2019). Integrou o grupo de estudos de História Política da Psicanálise (USP/PUC-SP), atualmente é membro do CEII (Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia), participa como membro editor da revista Crise e Crítica (América Latina), membro editor do blog político Lavra Palavra (lavrapalavra.com) e integra o corpo editorial da revista virtual Lacuna: uma revista de psicanálise (lacunarevista.com).

Eliseu Pessanha possui uma pesquisa a respeito do tema da necropolítica a partir de Achille Mbembe, em relação com o conceito de epistemicídio. Há muitos mecanismos, alguns sutis outros não, de ocultamento ou negligência dos saberes de matriz africana ou não-ocidental, e mesmo de autoras mulheres na filosofia. É isso que o termo epistemicídio busca conceituar. Já a necropolítica, por sua vez, é uma forma política promovida pelo próprio Estado de gestão da morte, o que se relaciona com a herança colonial e com o problema da escravidão e sua posteridade. Conversamos ainda sobre a Lei 10.639/03, que institui o ensino de matriz africana em todos os níveis pedagógicos, e das dificuldades de sua implantação nos cursos de filosofia. Por fim, falamos um pouco sobre música e arte.

Eliseu Pessanha é Graduado em Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília (UCB) em 2005; pós-graduado (Lato Sensu) em Educação a Distância pela Universidade de Brasília (UnB) em 2010; pós-graduado ( Lato Sensu) em Bioética pela Universidade de Brasília (UnB) em 2014; e pós-graduado (Lato Sensu) em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 2016. Mestre em Metafísica pela Universidade de Brasília (2018). Atuando principalmente em projetos de extensão universitária, tutor em cursos a distância, pesquisador das questões etnorraciais e professor efetivo na Secretaria de Educação do Distrito Federal.


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Necropolítica, epistemicídio e uma perspectiva estética africana | Entrevista com Eliseu Pessanha (link na bio) ⠀ Eliseu Pessanha possui uma pesquisa a respeito do tema da necropolítica a partir de Achille Mbembe, em relação com o conceito de epistemicídio. Há muitos mecanismos, alguns sutis outros não, de ocultamento ou negligência dos saberes de matriz africana ou não-ocidental, e mesmo de autoras mulheres na filosofia. É isso que o termo epistemicídio busca conceituar. Já a necropolítica, por sua vez, é uma forma política promovida pelo próprio Estado de gestão da morte, o que se relaciona com a herança colonial e com o problema da escravidão e sua posteridade. Conversamos ainda sobre a Lei 10.639/03, que institui o ensino de matriz africana em todos os níveis pedagógicos, e das dificuldades de sua implantação nos cursos de filosofia. Por fim, falamos um pouco sobre música e arte. ⠀ Eliseu Pessanha é Graduado em Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília (UCB) em 2005; pós-graduado (Lato Sensu) em Educação a Distância pela Universidade de Brasília (UnB) em 2010; pós-graduado ( Lato Sensu) em Bioética pela Universidade de Brasília (UnB) em 2014; e pós-graduado (Lato Sensu) em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 2016. Mestre em Metafísica pela Universidade de Brasília (2018). Atuando principalmente em projetos de extensão universitária, tutor em cursos a distância, pesquisador das questões etnorraciais e professor efetivo na Secretaria de Educação do Distrito Federal. ⠀ ______________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #emcasa #necropolítica #filosofiaafricana #epistemicídio #racismo #estética #música #mbembe #fanon #filosofia #brasil #áfrica #universidade #conhecimento #crítica #lei10639 #ensino #pedagogia #didática #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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Paulo Arantes possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1967) e doutorado de Troisième Cycle – Université de Paris X, Nanterre (1973). Foi editor da revista Discurso (1976-1991). É Professor aposentado Senior do Departamento de Filosofia da FFLCH da USP. Foi Diretor da pós-graduação (1984-1988). Desde 1980 PQ1A do CNPq. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia e Filosofia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: Filosofia clássica alemã, Filosofia francesa contemporânea, Filosofia no Brasil, Cultura e Sociedade brasileira, Teoria Crítica do mundo contemporâneo.

É autor, entre outros, de: A fratura brasileira do mundo. Ed. Lisboa (2019); O novo tempo do mundo. Ed. Boitempo (2014); Extinção. Ed. Boitempo (2007); Zero à Esquerda. Ed. Conrad Livros (2004); Notícias de uma guerra cosmopolita. Ed. Baurú (2004); O Fio da Meada. Ed. Paz e Terra (1996) Ressentimento da Dialética. Ed. Paz e Terra (1996); Um Departamento Francês de Ultramar. Ed. Paz e Terra (1994); O Sentimento da Dialética. Ed. Paz e Terra (1992); Hegel: a Ordem do Tempo. 1. ed. São Paulo: Polis, 1981. 300p.



O principal tema que norteou esta conversa foi o fetichismo, o qual nos conduz inevitavelmente à obra de Marx. Abordamos alguns dos aspectos da atualidade desse conceito em sua relação com a psicanálise e algumas teorias jurídicas. Também conversamos sobre o modo como autores da Escola de Frankfurt operaram a relação entre Marx e Freud, e como Slavoj Zizek propõe uma renovação dessa relação a partir de uma síntese teórica de Hegel com Lacan. Por fim, falamos do conceito de violência e sobre algumas questões referentes à pandemia e ao nosso presente.

Allan Hillani é graduado em Direito (UFPR), mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ) e atualmente é doutorando em filosofia na New School for Social Research (Nova York). É autor de “Na Urgência da Catástrofe: Violência e Capitalismo” (Rio de Janeiro: Gramma, 2018) dentre outros escritos em teoria crítica e filosofia política. Sua pesquosa atual investiga a relação entre poder e representação integrando filosofia política, psicanálise, teoria da forma-valor e antropologia política.

Link para página do academia.edu

Outros textos do autor.


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Fetichismo: marxismo, psicanálise, direito e crítica da violência | Entrevista com Allan M. Hillani (link na bio) O principal tema que norteou esta conversa foi o fetichismo, o qual nos conduz inevitavelmente à obra de Marx. Abordamos alguns dos aspectos da atualidade desse conceito em sua relação com a psicanálise e algumas teorias jurídicas. Também conversamos sobre o modo como autores da Escola de Frankfurt operaram a relação entre Marx e Freud, e como Slavoj Zizek propõe uma renovação dessa relação a partir de uma síntese teórica de Hegel com Lacan. Por fim, falamos do conceito de violência e sobre algumas questões referentes à pandemia e ao nosso presente. Allan Hillani é graduado em Direito (UFPR), mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ) e atualmente é doutorando em filosofia na New School for Social Research (Nova York). É autor de “Na Urgência da Catástrofe: Violência e Capitalismo” (Rio de Janeiro: Gramma, 2018) dentre outros escritos em teoria crítica e filosofia política. Sua pesquosa atual investiga a relação entre poder e representação integrando filosofia política, psicanálise, teoria da forma-valor e antropologia política. Links para acesso aos textos do autor: https://nssr.academia.edu/AllanMHillani https://medium.com/@allanmh92/fantasmas-e-feiti%C3%A7os-1b92e9ff14e3 _________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas #emcasa #fetichismo #capitalismo #filosofia #marxismo #marx #zizek #freud #psicanálise #direito #hegel #lacan #marcuse #adorno #brasil #história #crítica #violência #benjamin #feitiço #fantasma #capital #fukuyama #pósestruturalismo #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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Nesta conversa, abordamos a obra de Schopenhauer e de alguns outros autores envolvidos em questões correlatas às trabalhadas por este autor alemão. Falamos sobre sua leitura de Kant e de Platão, bem como das tradições não-ocidentais do pensamento, como sobretudo o zen-budismo. Perguntei sobre a relação da obra de Schopenhauer com a tradição da medicina francesa, sobretudo Xavier Bichat. Também conversamos sobre autores como Mainländer e sua “Filosofia da Redenção” e “Metafísica da entropia”, Eduard von Hartmann, contemporâneos de Schopenhauer. Falamos ainda sobre as consequências políticas conservadoras do pensamento de Schopenhauer, mas também de sua recepção progressista em autores mais recentes como Horkheimer do Instituto de Frankfurt, e em autores mais recentes. Por fim, Flamarion nos fala de algumas especificidades do ensino de filosofia na UFABC, que oferece novas alternativas à relação entre universidade e sociedade e cursos transdisciplinares.

Flamarion Caldeira Ramos é professor de ética e filosofia política da Universidade Federal do ABC. Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2001), mestrado (2003) e doutorado (2009) em Filosofia também pela Universidade de São Paulo com estágio na Johannes Gutemberg Universität Mainz da Alemanha (2006). Fez pós-doutorado na Universidade de São Paulo com bolsa da FAPESP (2010-2011) e estágios de pesquisas na Universidad Complutense de Madrid da Espanha (2013) e na Università del Salento da Itália (2015), ambos os estágios com bolsa FAPESP. Tem desenvolvido pesquisa sobre o pessimismo filosófico alemão do século dezenove e publicou diversos artigos e traduções sobre Schopenhauer e o Idealismo alemão.


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Schopenhauer: pessimismo, ciência e metafísica | Entrevista com Flamarion Caldeira Ramos (link na bio) ⠀ Nesta conversa, abordamos a obra de Schopenhauer e de alguns outros autores envolvidos em questões correlatas às trabalhadas por este autor alemão. Falamos sobre sua leitura de Kant e de Platão, bem como das tradições não-ocidentais do pensamento, como sobretudo o zen-budismo. Perguntei sobre a relação da obra de Schopenhauer com a tradição da medicina francesa, sobretudo Xavier Bichat. Também conversamos sobre autores como Mainländer e sua "Filosofia da Redenção" e "Metafísica da entropia", Eduard von Hartmann, contemporâneos de Schopenhauer. Falamos ainda sobre as consequências políticas conservadoras do pensamento de Schopenhauer, mas também de sua recepção progressista em autores mais recentes como Horkheimer do Instituto de Frankfurt, e em autores mais recentes. Por fim, Flamarion nos fala de algumas especificidades do ensino de filosofia na UFABC, que oferece novas alternativas à relação entre universidade e sociedade e cursos transdisciplinares. ⠀ Flamarion Caldeira Ramos é professor de ética e filosofia política da Universidade Federal do ABC. Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2001), mestrado (2003) e doutorado (2009) em Filosofia também pela Universidade de São Paulo com estágio na Johannes Gutemberg Universität Mainz da Alemanha (2006). ⠀ _____________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #emcasa #pessimismo #schopenhauer #ciência #horkheimer #mainländer #escoladefrankfurt #entropia #metafísica #nietzsche #kant #schelling #hegel #idealismo #platão #budismo #antropoceno #filosofia #natureza #mundo #vontade #representação #arte #estética #hartmann #adorno #lassalle #ufabc #caiosouto #conversacoesfilosoficas ⠀

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Nesta conversa, abordamos alguns assuntos relacionados ao feminismo e à recepção de suas diversas vertentes no Brasil, e também numa breve comparação com o país vizinho a Argentina. Falamos um pouco sobre o termo “ideologia de gênero” e sobre o incômodo que a reflexão sobre gênero causa, o que se intensificou assombrosamente no passado recente brasileiro. Em seguida, falamos sobre a família e a historicidade da organização familiar ocidental moderna. Por fim, falamos um pouco sobre perspectivas no contexto atual brasileiro e da relação entre conhecimento acadêmico e sociedade.

Marília Moschkovich é socióloga do Conhecimento/Ciência e da Educação Superior; socióloga do Gênero e do Feminismo. Doutora em Educação e Ciências Sociais pela Unicamp (2018), Mestra na mesma área (2013) e Bacharel em Ciências Sociais (2009), também pela Unicamp. Trabalhou em 2017 na École des Hautes Études de Sciences Sociales (EHESS) em Paris, França, sob direção de Gisèle Sapiro. Em 2016, trabalhou na Universidad Nacional de Córdoba (UNC), Argentina, no Museo de Antropología no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, sob direção de Gustavo Sorá. Foi Fellow da Alexander von Humboldt Stiftung pelo programa Bundeskanzler-Stipendium für Führungskräfte von morgen; desenvolvendo trabalho junto à Berlin Feminist Film Week na área de gênero, violência doméstica, sexualidade, casamento, direitos sexuais e reprodutivos e modelos não-tradicionais de relacionamento e família. Atualmente é colaboradora do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS) na Universidade de São Paulo, e docente colaboradora do Instituto Gerar de Psicanálise, em São Paulo/SP.

Podcast Larvas incendiadas.

Podcast Psicanálise de conjuntura.



Nesta entrevista, conversamos sobre alguns aspectos da obra de Simone de Beauvoir, sobretudo os conceitos de reciprocidade e de generosidade. Abordamos também o modo como Beauvoir recoloca o problema que tem tradição milenar na história da filosofia da relação entre natureza e cultura. Falamos, por fim, sobre a recepção de sua obra no Brasil e das relações que possa estabelecer e estabelece com outras pesquisas para além da filosofia e da academia.

Juliana Oliva foi uma das organizadoras do I Congresso Internacional Simone de Beauvoir e é doutora em Filosofia pela EFLCH-UNIFESP (2018), onde defendeu tese sobre sexualidade, erotismo e reciprocidade em Simone de Beauvoir. Seus estudos sobre a filósofa francesa tiveram início no mestrado em Filosofia na Universidade São Judas Tadeu (2014), com a investigação sobre as noções de identidade e reciprocidade na obra O segundo sexo. Atualmente é professora contratada do departamento de Filosofia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), e tem ministrado cursos de extensão e a oficina “Deve-se queimar Beauvoir?” em espaços de educação e cultura.

Revista Ipseitas (Especial Simone de Beauvoir).


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Simone de Beauvoir: filosofia existencialista em O segundo sexo | Entrevista com Juliana Oliva (link na bio) ⠀ Nesta entrevista, conversamos sobre alguns aspectos da obra de Simone de Beauvoir, sobretudo os conceitos de reciprocidade e de generosidade. Abordamos também o modo como Beauvoir recoloca o problema que tem tradição milenar na história da filosofia da relação entre natureza e cultura. Falamos, por fim, sobre a recepção de sua obra no Brasil e das relações que possa estabelecer e estabelece com outras pesquisas para além da filosofia e da academia. ⠀ Juliana Oliva foi uma das organizadoras do I Congresso Internacional Simone de Beauvoir e é doutora em Filosofia pela EFLCH-UNIFESP (2018), onde defendeu tese sobre sexualidade, erotismo e reciprocidade em Simone de Beauvoir. Seus estudos sobre a filósofa francesa tiveram início no mestrado em Filosofia na Universidade São Judas Tadeu (2014), com a investigação sobre as noções de identidade e reciprocidade na obra O segundo sexo. Atualmente é professora contratada do departamento de Filosofia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), e tem ministrado cursos de extensão e a oficina “Deve-se queimar Beauvoir?” em espaços de educação e cultura. ⠀ Revista Ipseitas (Especial Simone de Beauvoir): http://www.revistaipseitas.ufscar.br/index.php/ipseitas/issue/current/showToc ⠀ __________________________ Caio Souto Conversações Filosóficas ⠀ #emcasa #filosofia #feminismo #existencialismo #natureza #cultura #patriarcado #segundosexo #beauvoir #generosidade #dominação #mulher #literatura #sartre #atualidade #contemporâneo #reciprocidade #caiosouto #conversacoesfilosoficas

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